domingo, 27 de outubro de 2019

Gizmodo Brasil

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Usuários do iPhone estão deletando acidentalmente seus e-mails no iOS 13

Posted: 26 Oct 2019 01:00 PM PDT

É impressionante como uma pequena mudança pode afetar a nossa rotina, especialmente quando você está tão acostumado a ponto de seus músculos praticamente se mexerem sozinhos, sem nenhum esforço mental.

Um bom exemplo disso que estou falando é, sei lá, responder a um e-mail. É importante, claro, mas já está muito enraizado na nossa rotina – você nem repara mais onde ficam os botões, já memorizou tudo.

Acontece que a Apple decidiu mudar o design do aplicativo de e-mails do último iOS e trocou a posição de alguns botões. Não sou nenhuma designer, mas acho que colocar o botão de deletar as mensagens bem ao lado de um botão que as pessoas estão acostumadas a tocar não é uma boa ideia.

E olha que estamos falando de uma uma empresa que se orgulha de inovar e prestar muita atenção os detalhes. Desde o iOS 13, liberado no mês passado, o aplicativo de e-mail do iPhone passou a ter os botões de deletar e responder na parte direita inferior da tela, onde antes havia apenas o ícone para responder.

Então, quando as pessoas vão responder um e-mail, acabam acidentalmente tocando no ícone da lixeira. Embora não seja um problema crítico – as pessoas vão acabar memorizando essa organização uma hora ou outra – parece algo bem simples de perceber que vai causar dores de cabeça. Fico até perplexa ao pensar que a ideia recebeu um “OK” do time de design da Apple.

A alteração tem deixado muitas pessoas frustradas. A NBC News publicou uma notícia na quinta-feira (24) e compartilhou algumas das reclamações publicadas no Twitter.

Tradução: POR QUE a @Apple achou que seria uma boa ideia colocar o ícone de lixeira no aplicativo de e-mail onde ficava o botão de responder no antigo iOS? Tenho deletado todos os meus e-mails importantes.

Tradução: Valeu, @Apple, por colocar o ícone da lixeira no app de e-mail do iOS 13 exatamente onde costumava ficar o botão de responder. Uau, isso é bobo.

Tradução: Valeu, @Apple, pelo redesign do aplicativo de e-mail – por colocar o ícone da lixeira onde o ícone de responder costumava ficar. Eu praticamente só arquivei meus e-mails desde então.

Tradução: @Apple, por favor, repense o posicionamento do ícone de lixeira… Deletei muitos e-mails nas últimos semanas KKKKK.

Não sabemos se a Apple simplesmente não percebeu o problema ou estava tentando simplificar a barra de ferramentas do app. A companhia não respondeu aos pedidos de comentários feitos pelo Gizmodo.

E vamos ser sinceros: é um problema de gente rica. Como a NBC News apontou, os usuários podem evitar a bagunça ao habilitar a opção que pede confirmação antes de deletar a mensagem. Tem muita coisa pior rolando por aí, mas é irritante.

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Consumidor pretende gastar até R$ 1.330 durante a Black Friday, diz pesquisa do Google

Posted: 26 Oct 2019 10:53 AM PDT

Estamos a um mês da Black Friday e o Google divulgou dados de um estudo encomendado para a Provokers (que entrevistou 1.500 brasileiros) e de um levantamento online por meio da ferramenta Google Survey (com 1.000 pessoas de todo o Brasil).

Juntos, os dados revelam algumas características interessantes sobre o que os consumidores esperam dessa data. Primeiramente, a intenção de compra aumentou 58% em relação ao ano passado, sendo que o gasto médio será de R$ 1.330. Outro número interessante é que cada consumidor pretende adquirir produtos de uma média de 6,5 categorias diferentes.

Os consumidores também parecem mais preparados, sendo que 69% já sabem qual categoria vão comprar. A categoria com maior intenção de compra é a de smartphones, com 48%, o que representa um aumento de 23% em relação a 2018. Em segundo lugar ficaram os computadores, com 38%, e um aumento de 53% em comparação ao último ano.

As pesquisas também mostram que o ambiente digital nessa data exerce um papel importante. Apesar da expectativa de o número de compradores em lojas físicas se igualar ao online, os dados mostram que dois em cada três brasileiros pesquisam na internet antes de comprar na loja física.

Outra ferramenta que vem sendo mais utilizada são os aplicativos. Cerca de 57% dos compradores online já adquiriram algum produto ou serviço por meio de um app e 36% pretendem fazer uma compra em apps na Black Friday 2019. A própria taxa de download dos aplicativos tem o maior crescimento do ano na semana que antecede a Black Friday.

Já em relação aos critérios levadas em consideração na hora da decisão de compra, o preço do produto ainda é prioridade, representando 46%. No entanto, os outros fatores combinados indicam que 54% estão ligados à confiança e ao nível de serviço. Outros benefícios, como pagamento parcelado e cashback, também estão ganhando cada vez mais relevância. Ainda assim, apenas 23% dos entrevistados afirma saber o que é cashback.

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Donald Trump preferia os iPhones com botão home, mas só decidiu reclamar agora

Posted: 26 Oct 2019 08:17 AM PDT

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu ir ao Twitter para criticar as decisões de design da Apple. Pelo jeito, ele não curtiu muito algumas mudanças no iPhone e mandou um tuíte direcionado a Tim Cook, CEO da Apple, reclamando de uma função que foi adotada em 2017. E é engraçado que ele não se deu ao trabalho de mencionar a arroba do executivo.

“Para Tim: o botão no iPhone era MUITO melhor do que essa função de deslizar!”

É isso mesmo, o presidente dos Estados Unidos faz parte do time que prefere o botão home nos iPhones. A Apple decidiu abandonar o botão físico em seus modelos topo de linha em 2017, com o lançamento do iPhone X, adotando controles via gestos.

O pessoal do Business Insider lembrou que essa não foi a primeira vez que Trump comentou sobre as decisões de design da Apple. Entre 2013 e 2014 ele tuitou algumas vezes dizendo que a Apple era “burra” e sugerindo que a companhia aumentasse o tamanho da tela de seus celulares.

A Apple acabou adotando telas maiores a partir do iPhone 6 Plus.


Tradução: @iPhoneTeam É melhor colocar uma tela maior no iPhone, e rápido, ou o risco é de perder ainda mais mercado. A Samsung mal consegue acreditar que vocês ainda não agiram! BURROS!


Tradução: Não acredito que a Apple ainda não lançou um iPhone com uma tela maior. A Samsung está roubando o seu mercado. STEVE JOBS ESTÁ SE REVIRANDO NO TÚMULO.


Tradução: Me pergunto se a Apple está chateada comigo por insistir que produzam iPhones com telas maiores. Ouvi dizer que eles farão isso em breve – já era tempo.

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[Review] Pixelbook Go: duração de bateria impressionante em um laptop com preço esquisito

Posted: 26 Oct 2019 05:45 AM PDT

O Pixelbook Go é o Chromebook mais barato que o Google fez até o momento. Os principais dispositivos com o Chrome OS geralmente começam em US$ 1.000. Portanto, o preço de US$ 650 no Pixelbook Go básico é incrível.

Comparado a outros dispositivos Chrome OS feitos pelo Google, o Pixelbook Go é uma alternativa com custo-benefício fantástico, que oferece alguns dos melhores elementos do Chrome OS em um dispositivo muito fino, leve e bem feito.

O problema é que o Google não é o único fabricante de dispositivos com o sistema operacional, e US$ 650 é, de fato, um preço acima da média. Mais do que isso, é um preço acima da média para um Chromebook que pode não pode ser usado como tablet.

Você será confrontado com uma pergunta difícil ao considerar o Pixelbook Go versus a infinidade de Chromebooks mais baratos e versáteis: ele é realmente bom o suficiente para justificar o pagamento de US$ 650? A única coisa que me faz pensar que sim é a duração da bateria.

O que é?
O novo Chromebook feito em casa pelo Google.

Preço
Começa em US$ 650. Testamos o modelo de US$ 850.

Gostamos
A duração da bateria é incrível. Ele também é super leve e parece ser um produto de altíssima qualidade.

Não gostamos
O preço é estranhamente alto e não dá para usá-lo como tablet, algo que vários Chromebooks permitem.

A duração da bateria do Pixelbook Go é uma das mais notáveis ​​que já vimos em um laptop por esse preço. Tirando isso, você ficará confuso com o Pixelbook Go. Existem quatro variantes dele:

  1. uma versão de US$ 650 com um processador m3 de 8ª geração, 8 GB de RAM, 64 GB de armazenamento e uma tela sensível ao toque de 1080p;
  2. uma versão de US$ 850 que eleva o processamento com um i5 e o armazenamento para 128 GB;
  3. uma versão com um preço terrível de US$ 1.000, com 8 GB de RAM adicionais;
  4. e, finalmente, uma versão de US$ 1.400 com um processador i7, 16 GB de RAM, um SSD de 256 GB e uma tela de 4K.

A versão de US$ 650 é o que a maioria das pessoas deveria considerar, mas o Google nos enviou a versão de US$ 850.

Eu digo que a versão de US$ 650 é o que a maioria das pessoas deve considerar porque usei muitos Chromebooks nos últimos anos e um número excessivamente maior deles somente neste ano. O Chrome OS é um sistema operacional pequeno e brilhante, perfeito para dispositivos 2 em 1, destinados a funcionar como tablets divertidos para brincar e pequenos laptops para trabalhar.

É muito bom, mas ainda não é bom o suficiente, na maioria dos casos, para garantir um preço alto no hardware em comparação com um dispositivo Windows ou macOS.

A quantidade de coisas que você pode fazer em um Chromebook continua inferior em comparação com o macOS e o Windows. Agora existe a opção de ativar ferramentas Linux, o que a torna uma máquina muito mais interessante para alguns trabalhos rápidos de desenvolvimento e programação. Mas ainda há um limite para o que você pode fazer no Linux.

Além disso, os Pixelbooks do Google não têm ventoinhas. Portanto, se a CPU ficar sobrecarregada, ela diminuirá a velocidade para evitar superaquecimento.

A maioria das pessoas não deseja um Pixelbook para programar, porém. Você só quer um Chromebook bom que seja, idealmente, mais barato que um dispositivo Windows ou macOS.

O problema do Pixelbook Go é que o preço é muito estranho. Se você optar pelo modelo de US$ 850 que o Google enviou ao Gizmodo, há ótimas alternativas de laptops com Windows com preços semelhantes. As séries HP Envy 13 e Lenovo Yoga 700 custam cerca de US$ 750 e permitem que você faça muito mais — incluindo alguns jogos leves para PC. A desvantagem é que eles são dispositivos maiores e mais pesados.

A textura na parte inferior do dispositivo é definitivamente interessante. Apesar dos parafusos expostos, nada no Pixelbook Go pode ser atualizado pelo usuário. Foto: Alex Cranz/Gizmodo

A jogada do Google parece ser vender um laptop pelo mesmo preço que os dispositivos Windows, mas que faz menos coisas e é muito mais portátil.

Com 1,04 kg e apenas 12,7 mm de espessura, o Pixelbook Go é mais leve e fino que os concorrentes e, apesar disso, parece um pouco mais resistente. As ondas na parte inferior são um diferencial, que dá ao Pixelbook Go uma aparência que os laptops nessa faixa de preço geralmente não têm.

Ele é bonito, a tela de 1080p é nítida e sensível ao toque, e até os alto-falantes têm um pouco mais de detalhes e boom do que o esperado para um dispositivo pensado para ser “barato”.

O teclado, em particular, é excelente. Ele meio que me lembra o Surface Laptop 3. Não é muito barulhento e é bem gentil para seus dedos. Mas, enquanto o Surface Laptop 3 é mole demais, o Pixelbook Go para um pouco antes e fica sendo só suave. É quase como se houvesse um pequeno aumento tátil no final do ato de apertar a tecla, que diminui a velocidade e faz com a sensação seja mais agradável. Se eu tivesse que compará-lo a qualquer tipo de teclado, poderia dizer que é parecido com a tecla Topre, que é híbrida mecânica e de membrana — embora não possua o mesmo curso excelente do interruptor e aquele “clonk” satisfatório.

Foto: Alex Cranz/Gizmodo

Mas lembra que eu disse que o Pixelbook Go tem um preço constrangedor? Isso ocorre porque fica no meio do caminho entre os melhores laptops com Windows e os melhores Chromebooks com preço inteligente.

Se você decidir por ele porque não precisa dos recursos adicionais de produtividade (nem do peso e do tamanho) de um dispositivo Windows, provavelmente já está procurando um Chromebook. Se você está procurando um Chromebook, a versão de US$ 850 do Pixelbook Go começa a fazer ainda menos sentido.

A versão de US$ 650 com o processador m3 e os míseros 64 GB de armazenamento é realmente tudo o que você precisa e deve ser semelhante aos Chromebooks de menos de US$ 600, como o Asus Chromebook Flip C434 e o Samsung Chromebook Plus V2. Embora, novamente, seja mais leve e menor do que eles.

E esses dispositivos, na maioria das vezes, são laptops conversíveis 2 em 1. O Pixelbook Go é um laptop puro, e eu não gosto muito dessa escolha.

O Google fez um esforço para criar um sistema operacional realmente atraente, que alternasse facilmente entre o modo laptop e tablet, e é frustrante que, além de uma tela sensível ao toque, não haja nenhum recurso físico para aproveitar os excelentes elementos de toque do Chrome OS.

Também é frustrante porque muitos dos aplicativos Android agora disponíveis no Chrome OS simplesmente não funcionam tão bem (ou nem funcionam) com mouse e teclado. Uma dobradiça de 360 ​​graus parece algo relativamente pequeno, mas teria tornado o Pixelbook um pouco mais competitivo na comparação com nossos Chromebooks favoritos.

E agora é a hora de falar sobre a duração da bateria. Qualidade de construção, escolhas do sistema operacional e até as dobradiças de 360 ​​graus são importantes, mas, para muitas pessoas, apenas duas coisas realmente importam: preço e duração da bateria. O Pixelbook Go pode ter um preço é esquisito, mas não há dúvida de que tem uma duração excepcional da bateria.

Nosso teste de bateria é bastante simples (eis os resultados da última rodada de Chromebooks). Definimos o brilho da tela para 200 nits, desligamos todas as conexões e notificações extras e outras coisas que drenam a energia, navegamos até um vídeo de 24 horas no Youtube e o reproduzimos em tela cheia até o computador morrer. Infelizmente, isso não replica como todos usamos nossos laptops (exceto como eu mesma uso nos fins de semana), mas é uma maneira para testarmos todos os laptops e conseguir uma linha de base sólida para entender cada um.

Pela nossa métrica, o Pixelbook Go tem uma duração de bateria incrível. Em média, em nosso teste, um laptop Chrome dura 9 horas e 6 minutos e um laptop Windows 10 dura 9 horas e 44 minutos. O Google Pixelbook Go dura mais de 13,5 horas. As únicas máquinas que o vencem são os dispositivos Windows 10 com processadores Qualcomm.

A duração da bateria é notável — especialmente porque eu usei a versão i5. A versão m3 mais barata é presumivelmente ainda melhor, e só isso já a torna uma opção atraente. Não há nada que possa competir com ele em termos de peso, tamanho ou duração da bateria.

No evento em que o Google apresentou o dispositivo, conversei com o vice-presidente do Google, Phil Carmack, e com o gerente sênior de produtos Ben Janfosky, e eles insistiram que todos os elementos do Pixelbook Go tinham sido escolhidos para criar uma máquina portátil perfeita.

Não acho que esse objetivo tenha sido alcançado. O Chrome OS é um ótimo sistema operacional para tablets e seria bom se o Pixelbook Go fizesse uso dessa força. Mas também é realmente leve, fino, com excelente qualidade de construção e possui algumas das melhores baterias encontradas em um laptop no momento.

Não é a máquina portátil perfeita, mas chega muito perto. Se você está no mercado de um Chromebook e pode gastar um pouco mais de dinheiro, o Pixelbook Go, de US$ 650, deve ser um laptop que dura várias horas depois de os mais baratos já terem desligado e, se o preço cair, não haverá melhor escolha entre os Chromebooks.

Resumo

  • US$ 650 é um preço estranho, e seria bom se fosse mais barato.
  • Não ter uma dobradiça de 360 graus é uma pequena falha.
  • A duração da bateria é verdadeiramente notável.
  • O design e a qualidade da construção são uma delícia.
  • Deixe as versões mais caras de lado e pegue a de US$ 650; é mais que suficiente para um Chromebook.

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