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- ClipDrop é um app para “copiar” objetos do mundo real e “colar” no computador
- Lhamas sacrificadas em ritual inca há mais de 500 anos são encontradas em bom estado de preservação
- HomePod Mini é compatível com o novo protocolo Thread, que pode facilitar a integração de dispositivos inteligentes
- Se liga nessa dica: excelente opção de player de música gratuito, conheça o Lark Player
- Imagens impressionantes mostram a tentativa da NASA de coletar materiais do asteróide Bennu
| ClipDrop é um app para “copiar” objetos do mundo real e “colar” no computador Posted: 24 Oct 2020 01:13 PM PDT ![]() Quando a ideia por trás do ClipDrop apareceu pela primeira vez, alguns meses atrás, parecia mágica: você poderia apontar o aplicativo para qualquer objeto e, em seguida, recortá-lo de seu plano de fundo, criando uma imagem independente de qualquer coisa, desde uma planta até uma caneca de café. É basicamente como copiar e colar, mas para qualquer coisa. O aplicativo agora está disponível em beta e eu testei…obtendo resultados mistos. Criado pelos desenvolvedores parisienses Cyril Diagne e Jonathan Blanchet, que co-fundaram uma empresa de aprendizado de máquina chamada Init ML., o ClipDrop é seu primeiro produto comercial. "Temos mais de 100 mil pessoas registradas em nossa lista de espera beta", disse Diagne. Ele acha que a experiência do usuário – foto, recortar, upload – é o que diferencia esse aplicativo. "Fizemos um esforço considerável para tornar a experiência do usuário a mais rápida, suave e intuitiva possível", disse ele. "Isso significou gastar uma quantidade excessiva de tempo em vários aspectos do aplicativo para remover o máximo de etapas e camadas possíveis". A ideia começou como um projeto de pesquisa que os dois postaram no Github. Ele decolou, e centenas de usuários e desenvolvedores entraram em contato para experimentar o aplicativo, de acordo com Diagne. "Publiquei um vídeo do protótipo e imediatamente obteve grande tração. Recebemos milhares de mensagens de pessoas de diversos setores nos dizendo como isso seria útil em seu trabalho. Assim, Jonathan e eu passamos os últimos meses disponibilizando-o para qualquer pessoa usar e baixar", disse ele.
Você deveria tentar? Com certeza. É muito divertido "pegar" coisas do seu ambiente e transmiti-las para a sua área de trabalho. E funciona surpreendentemente bem. Para ser bem claro, esta é uma versão beta do aplicativo e definitivamente não é indicativa de seu desempenho final. Nos vídeos originais, o ClipDrop deveria permitir que você arrancasse objetos do mundo real de uma cena e os jogasse no Photoshop. Ele faz exatamente o que deveria fazer, mas também é um pouco chatinho. Dê uma olhada nessa linda cena. A impressora está em uma mesa escura e bem iluminada do lado de fora. O ClipDrop foi capaz de retirá-la de cena quase completamente, deixando apenas um pedaço da mesa no fundo como um artefato indesejado. Infelizmente, as sombras confundiram um pouco, tornando a impressora Canon um pouco irregular, mas definitivamente boa o suficiente para, digamos, arrastar para uma lista do eBay. O mesmo aconteceu quando peguei o E.T. e seu amigo, o Almirante Ackbar (personagem de Star Wars). Partes da cena não escaparam dos algoritmos do aplicativo, resultando em uma cauda de galo para Ackbar e uma aliança de casamento preta para o E.T.
Imagem: John Biggs/Gizmodo Como você pode ver, não é perfeito. O E.T. estava na verdade atrás do Almirante Ackbar na segunda foto e o suporte impresso em 3D do Ackbar em plástico cinza confundiu ainda mais as coisas. Dito isso, o E.T. parece ótimo, e há muito pouco que você precisa fazer para colocá-lo em uma cena de floresta emocionante. Em última análise, o que o ClipDrop está fazendo é realmente difícil. Avaliar planos visuais é muito difícil e fazê-lo em um ambiente bagunçado, seja em uma mesa ou na natureza, é quase impossível. O caso de uso – tirar uma foto perfeita de uma jaqueta e colocá-la diretamente em um catálogo, por exemplo – não está muito longe do que o aplicativo faz agora. Você também pode pegar imagens de sua área de trabalho – um rosto na multidão, digamos – e retirá-las facilmente para edição. Este é outro recurso fascinante que pode economizar muito tempo no Photoshop. Agora, as más notícias: você pode testar cinco vezes antes de ter que pagar. O sistema OCR, que captura texto do ambiente, é gratuito, mas a captura de objetos custa US$ 9,99 por mês ou US$ 39,99 por ano. É um pequeno preço a pagar por um aplicativo que pode economizar horas de tempo selecionando máscaras e ferramentas de borracha no Photoshop, mas é definitivamente muito caro para o usuário casual.
O aplicativo faz algumas coisas muito bem e vale a pena explorar se você estiver fazendo algum tipo de processamento de imagem ou até mesmo anotações. Ser capaz de pegar texto do mundo real não é um truque novo, assim como remover o fundo de um objeto, mas historicamente ambos os processos demoravam um pouco e eram bastante frustrantes. O ClipDrop não é perfeito, mas é divertido. Só não enlouqueça e corte muitas coisas de uma vez. Você só ganha cinco testes grátis e, quando eles acabam, você tem que pagar. Use com sabedoria. The post ClipDrop é um app para "copiar" objetos do mundo real e "colar" no computador appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Lhamas sacrificadas em ritual inca há mais de 500 anos são encontradas em bom estado de preservação Posted: 24 Oct 2020 11:05 AM PDT ![]() Quatro lhamas surpreendentemente preservadas foram descobertas em um local de rituais de sacrifício no Peru. As lhamas, ainda usando seus adornos coloridos, servem como a primeira evidência arqueológica ligando os antigos incas à prática. As lhamas, três brancas e uma marrom, foram mortas em um ritual há mais de 500 anos em um sítio arqueológico peruano chamado Tambo Viejo. Para os Incas, as lhamas eram o animal de sacrifício preferido. "Seu valor ritual" era "inferior apenas ao dos seres humanos", de acordo com um novo artigo publicado hoje na Antiquity. Os animais eram adornados com pulseiras e barbantes coloridos, reforçando seu valor para os deuses. Relatos etnográficos de colonos espanhóis descrevem o sacrifício de lhamas pelo povo inca. Esses relatos afirmam que eles às vezes sacrificavam cem lhamas por vez, na esperança de que os deuses retribuíssem o favor na forma de um clima favorável, entre outros pedidos.
Incrivelmente, no entanto, a descoberta em Tambo Viejo marca a primeira vez que os arqueólogos encontraram evidências definitivas da prática, de acordo com Lidio Valdez, principal autor do novo estudo e pesquisador da Universidade de Calgary, no Canadá. Uma equipe de arqueólogos da Universidade de Huamanga, no Peru, também ajudou na pesquisa. Antes dessa descoberta, arqueólogos haviam encontrado centenas de lhamas sacrificadas em rituais, bem como crianças, ao longo da costa norte do Peru, mas estes eram datados da civilização pré-inca Chimú (o Império Inca venceu os Chimú por volta de 1475 d.C.). Por e-mail, Valdez disse que os incas adotaram uma prática da região que já existia antes de seu domínio. "Porém, no caso dos Chimú, as lhamas eram oferendas fúnebres", explica Valdez. "Em contraste, as lhamas usadas como oferenda em Tambo Viejo não são funerárias, mas dedicadas às divindades, especificamente ao deus criador Viracocha e ao Sol."
Ele disse que demorou muito para que evidências físicas dessa prática entre os incas fossem encontradas porque apenas alguns locais foram devidamente investigados. Além disso, os poucos centros incas que foram escavados estão localizados em regiões onde as preservações tendem a ser precárias. No Tambo Viejo, que está situado ao longo da costa sul do Peru, as condições são muito secas, permitindo uma excelente preservação dos restos orgânicos. Também ajudou o fato de os incas colocarem areia sobre as lhamas durante o enterro. Os sacrifícios em Tambo Viejo datam de uma época pouco depois de os incas terem feito uma anexação amigável da região. O Império converteu este local e vários outros próximos em novos centros administrativos. Trabalhos anteriores da mesma equipe no mesmo local revelaram dezenas de porquinhos-da-índia sacrificados em rituais, que eram, como as lhamas, adornados com decorações coloridas. Os arqueólogos encontraram as quatro lhamas sob um piso enquanto escavavam uma estrutura em ruínas. Uma quinta também foi encontrada, mas estava bastante decomposta. Seus adornos, feitos de fibra de um camelídeo (lhama ou alpaca), sugerem que estavam sendo oferecidas aos deuses como presentes especiais. Trabalhos anteriores mostraram que lhamas marrons foram sacrificados ao deus criador Viracocha e lhamas brancas ao Sol, a principal divindade Inca. Essas lhamas, portanto, "eram oferendas muito importantes", disse Valdez. "É a primeira vez que encontramos algo assim. Não há nada comparável ", disse Valdez. "Agora sabemos que as oferendas de animais feitas pelos incas eram altamente adornadas." Um exame atento dos vestígios de lhamas bem preservados revelou "nenhuma evidência de cortes na garganta ou no diafragma, sugerindo que as lhamas podem ter sido enterradas vivas", como escreveram os autores no estudo. Além do mais, “amarrar as pernas dos animais também pode dar embasamento a essa interpretação.” Infelizmente, se isso estiver correto, "seria semelhante às evidências de sacrifício por sepultamento de humanos vivos" documentadas em outro lugar. Como gesto final, os incas colocavam penas de pássaros tropicais sobre os túmulos das lhamas. A datação por radiocarbono sugere que o ritual ocorreu por volta de 1447 d.C., ou seja, aproximadamente 573 anos atrás.
Os colonizadores espanhóis afirmavam que os sacrifícios rituais incas eram uma prece por colheitas bem-sucedidas, rebanhos saudáveis e vitórias contra seus inimigos. O novo documento aponta para um propósito marcadamente diferente: um gesto de boa vontade para com os cidadãos que viviam em um território recém-anexado. Recém-chegados à região, os incas provavelmente perturbaram a ordem sociocultural preexistente. Eles teriam tentado amenizar isso "fazendo amizade com os locais e fornecendo presentes e comida aos povos conquistados, enquanto também reconhecia os huacas [monumentos religiosos] e deuses locais", escreveram os autores, acrescentando que os incas "acreditavam que não era possível tomar algo sem dar algo em troca", o que implica que a "anexação de povos e suas terras exigia uma troca para normalizar a situação anormal". Curiosamente, as penas nas sepulturas de lhamas podem ter sido uma tentativa dos incas de consolidar ainda mais sua propriedade sobre o território recém-adquirido, especulam os autores. No mesmo local, os arqueólogos também descobriram grandes fornos e outras evidências de banquetes elaborados. Como Valdez aponta, esses rituais de sacrifício não eram eventos mórbidos ou sombrios — eram celebrações envolvendo a partilha de comida na forma de banquetes. "Estou convencido de que os rituais que incluíam os sacrifícios de animais incluíam outras ações, como cantar, dançar e assim por diante, que não necessariamente deixam para trás evidências materiais tangíveis para os arqueólogos recuperarem", disse ele. Aleksa Alaica, doutoranda no Departamento de Antropologia da Universidade de Toronto, disse que os autores "demonstram habilmente como o sepultamento de lhamas de diferentes cores nas principais fases arquitetônicas de Tambo Viejo facilitou a legitimação da autoridade inca durante épocas importantes de colheita e eventos cerimoniais, mas também como o uso de lhamas potencialmente locais pode ter reforçado a memória social". As investigações contínuas no sítio podem lançar uma luz importante sobre a sociedade inca como um todo, disse Alaica, que não esteve envolvida nesse estudo. “Depois de obter informações detalhadas sobre dieta, doenças e origem, as experiências vividas pelas lhamas usadas como oferendas rituais fornecerão um melhor entendimento para as sociedades humanas que estavam fazendo esses sacrifícios”, disse ela. Um aspecto curioso da pesquisa é que a primeira impressão de Valdez foi de que o sítio arqueológico era desinteressante. Ele disse que ignorou o local por muito tempo, prestando mais atenção aos mais antigos antes de finalmente decidir investigar Tambo Viejo. "Acredito que essa foi a decisão certa", disse ele. Nós concordamos. The post Lhamas sacrificadas em ritual inca há mais de 500 anos são encontradas em bom estado de preservação appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Posted: 24 Oct 2020 08:06 AM PDT ![]() Além do chip A5, iluminação na parte superior, suporte para configurações de alto-falantes estéreo, capacidade Ultra Wideband e preço de US$ 100, há algo mais sobre o novo HomePod Mini que você pode não ter notado: suporte para um protocolo de casa inteligente pouco conhecido chamado Thread. O protocolo pode se tornar muito mais significativo nos próximos anos. Aqui está o que ele significa e por que você deve se importar. O Thread existe desde 2014, com empresas como Qualcomm, ARM, Nest (de propriedade do Google) e Samsung envolvidas em seu desenvolvimento desde o início, mas a Apple não se juntou à panelinha do Thread até 2018 – e o HomePod Mini é o primeiro dispositivo feito pela Apple para suportar o padrão. Isso poderia dar ao Thread o impulso necessário para se tornar mais difundido. Como outras tecnologias comparáveis, como Zigbee, o Thread é uma maneira de os dispositivos domésticos inteligentes se comunicarem sem demandas excessivas da rede local ou da vida útil da bateria do dispositivo. Ele combina padrões de baixo nível, como o 6LoWPAN liderado por IPv6, com criptografia AES padrão da indústria e acesso mais simples à nuvem. Um dos objetivos óbvios é fornecer uma maneira para que os dispositivos domésticos inteligentes se comuniquem sem uma dúzia de abordagens de software diferentes atrapalhando. Embora Google Assistente, Amazon Alexa e Apple HomeKit já façam isso até certo ponto, há espaço para melhorias, e o Thread quer trabalhar em um nível muito mais fundamental. Ele pode até funcionar abaixo e em conjunto com esses padrões existentes.
Os desenvolvedores do Thread desejam que ele seja seguro, confiável e escalável – capaz de suportar centenas de dispositivos diferentes ao mesmo tempo, se necessário (um desafio provavelmente além das capacidades do seu roteador doméstico hoje). A intenção é construir redundância também, de modo que se um dispositivo na malha falhar por qualquer motivo, os outros podem continuar. Em outras palavras, você não precisa de um hub separado, embora precise de um roteador compatível. E isso não é apenas para residências, é para empresas também, que têm mais probabilidade do que a maioria dos consumidores de ter 100 dispositivos em movimento ao mesmo tempo. Pode ser que o Thread comece a se estabelecer no mercado primeiro em escritórios ou outros ambientes comerciais. Além de ser mais simples para os consumidores, em teoria deveria ser mais simples também para os programadores e para os responsáveis pela gestão de redes empresariais (graças à sua integração IPv6). No ano passado, foi lançado o Thread 1.2, uma atualização significativa com uma série de novos recursos. Esses recursos incluem suporte para adicionar dispositivos Bluetooth Low Energy (BLE) (como smartphones) a redes Thread sem quebrar as bases seguras e confiáveis nas quais o Thread é construído. Esse tipo de interoperabilidade significa que o Thread se torna uma proposta mais atraente para os fabricantes de hardware.
O padrão Thread evoluiu para oferecer suporte a uma gama mais ampla de dispositivos, desde aqueles alimentados por bateria até aqueles alimentados por rede elétrica, desde largura de banda alta até largura de banda baixa. É uma espécie de loja de conveniência para qualquer pequeno dispositivo que queira se conectar a dispositivos próximos a ele e à web – agora é apenas uma questão de fazer as pessoas realmente usá-lo. No momento, além do HomePod mini, outros dispositivos domésticos inteligentes habilitados para o Thread que você pode sair e comprar hoje são muito escassos. A maioria dos produtos da linha Google Nest é compatível com o Thread, incluindo as câmeras de segurança Nest Hub Max e Nest Cam IQ, mas, neste momento, o suporte para o dispositivo simplesmente não está disponível para você montar uma casa inteligente totalmente equipada com o Thread, e isso pode permanecer por um tempo. Além do mais, você precisará de um roteador habilitado para o Thread para usar o protocolo, e eles também são escassos. Seu roteador precisa ser o que chamamos de Roteador de Fronteira (Border Router) para que o Thread funcione e, embora a tecnologia agora esteja disponível para fabricantes de roteadores, a adoção tem sido lenta (sem dúvida, eles estão esperando que mais dispositivos habilitados para o Thread apareçam).
É importante notar que o Thread também está vinculado ao Project Connected Home over IP (Projeto Casa Conectada pelo IP, em tradução livre) – mais outra organização apoiada pela maioria das grandes empresas de tecnologia que deseja simplificar as comunicações entre dispositivos domésticos inteligentes (parece familiar?). Resumidamente, é um movimento da Amazon, Google e Apple para tornar mais fácil para os fabricantes de dispositivos domésticos inteligentes oferecer suporte para Alexa, Google Assistente e Siri de uma forma mais integrada e direta. O Connected Home over IP será executado sobre o Thread e outras tecnologias como Bluetooth, wi-fi e dados móveis, atuando como uma espécie de tradutor entre eles. A especificação ainda não foi divulgada, mas quando for, deve simplificar o desenvolvimento de gadgets para casa inteligente. Mesmo seis anos depois, ainda há um longo caminho a percorrer para o Thread – o que é bastante óbvio, considerando como poucos usuários finais realmente ouviram falar dele (e como poucos produtos realmente o suportam). Seu sucesso também dificilmente é garantido: o Amazon Lab126 está envolvido no Thread, mas os mais recentes alto-falantes inteligentes Echo e roteadores mesh da Eero (de propriedade da Amazon) suportam o padrão concorrente Zigbee em vez do Thread. Se a Apple vai apoiá-lo seriamente e oferecer suporte para o Thread junto com o HomeKit, então este protocolo de rede doméstica incipiente pode ter o impulso de que precisa nos EUA. Fique de olho nas letras pequenas dos próximos dispositivos domésticos que a Apple lançar. The post HomePod Mini é compatível com o novo protocolo Thread, que pode facilitar a integração de dispositivos inteligentes appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Se liga nessa dica: excelente opção de player de música gratuito, conheça o Lark Player Posted: 24 Oct 2020 07:32 AM PDT ![]() Nos últimos dias, o serviço Google Play Música foi encerrado permanentemente, causando dificuldades a muitos usuários para reproduzir suas músicas no celular. Com isso, o YouTube Music é a única opção oficial para substituir o app descontinuado. No entanto, embora exista um plano de transferência de dados e arquivos para o YouTube Music, para muitos usuários ainda não está claro qual aplicativo de música pode ser de fato um bom substituto para o Google Play Música. Mais de 100 milhões de downloads na Google Play Store e excelente avaliação: 4.7Ao longo dos anos, o Lark Player foi baixado mais de 100 milhões de vezes, e atingiu 4.7 estrelas em mais de 1,6 milhão de avaliações. Estes números estão entre os melhores entre apps de música similares.
Lark Player, um substituto GRATUITOExistem muitos aplicativos de música que podem fornecer algumas das funções que o Google Play Música oferecia, e alguns são gratuitos; no entanto, são poucos os aplicativos que podem atender todas as demandas de funções. Um dos mais recomendados é o Lark Player, um aplicativo de música totalmente gratuito e que cuida muito bem das suas músicas baixadas, e pode tocá-las mesmo sem internet ou wifi. Está disponível na Google Play Store em vários idiomas, incluindo Inglês, Português, Espanhol, Árabe e outros. O Lark Player é muito fácil de usar, com funções incríveis para organizar a biblioteca, e sem ficar te interrompendo para oferecer planos de assinatura. Sendo um app gratuito, todas as funções estão disponíveis para todos os usuários.
Biblioteca organizada e facilmente acessada através do título da música, playlist, álbum ou artistaCom uma interface atraente, a área principal do aplicativo é a aba Música, onde todas as suas canções podem ser encontradas. São categorizadas por Álbuns, Artistas e Playlists. Em suma, o Lark Player oferece uma biblioteca de músicas bem organizada, em que os usuários podem encontrar facilmente todas as músicas que possuem. As playlists e os títulos das músicas podem ser editados de acordo com a preferência do usuário. A sua música pode ser tocada com ou sem conexão à internet, sem nenhum incômodo. Ou seja, dá para economizar dados móveis!
O que mais?Além de ser um player incrível para arquivos baixados, Lark Player é também um dos maiores aplicativos para ouvir música on-line, e também nisso o app é gratuito, totalmente livre de cobranças como pagamento de assinatura. Você pode reproduzir os vídeos de música no YouTube e, se preferir, dá para continuar ouvindo enquanto acessa outros aplicativos, graças à janela flutuante do Lark Player. O app ainda oferece um modo de economia de bateria. Formatos de áudio compatíveis: MP3, MIDI, APE, WAV, FLAC, AC3, AAC, WMA, ACC PLUS e mais. Formatos de vídeo compatíveis: MKV, MP4, M4V, AVI, ASF, MOV, 3GP, FLV, MPG, MOV, OGV, MPEG4, XVID, WMV, RM, TS e mais. Reprodutor de músicas e vídeos em segundo plano: Reproduz conteúdos com janela em segundo plano para que o usuário possa acessar outros aplicativos enquanto ouve suas músicas. Letras: letras de músicas disponíveis para que você cante junto com suas canções favoritas. Timer: se você gosta de ouvir música para pegar no sono, não se preocupe. Basta ativar o timer, e a reprodução será encerrada automaticamente no horário definido. Descubra mais músicas: um ótimo aplicativo de músicas para descobrir todos os gêneros musicais, incluindo lançamentos, os hits do momento, clássicos nacionais e internacionais, música regional, novos artistas e muito mais. Compartilhe músicas com seus amigos: Gostou de uma música e quer enviá-la para seus amigos? Com apenas um toque você pode compartilhar músicas via Bluetooth ou pelas redes sociais como Facebook, WhatsApp, Twitter, Messenger etc. Baixe na Google Play Store para experimentar e descobrir mais funções e novas músicas! The post Se liga nessa dica: excelente opção de player de música gratuito, conheça o Lark Player appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Imagens impressionantes mostram a tentativa da NASA de coletar materiais do asteróide Bennu Posted: 24 Oct 2020 06:32 AM PDT ![]() Imagens capturadas pela sonda OSIRIS-REx da NASA mostram a cabeça de amostragem da espaçonave tocando a superfície do asteroide Bennu, que então foi envolvido por uma nuvem de poeira e rocha. A equipe agora tem que descobrir quanto material foi coletado, mas as imagens iniciais estão sendo tomadas como um sinal muito positivo. Na última terça-feira (20), a OSIRIS-REx fez contato com Bennu, um asteroide de 565 metros de largura localizado a 2321 milhões de quilômetros da Terra, marcando a primeira tentativa da NASA de coletar uma amostra de asteroide no espaço. Dados preliminares da sonda apontaram para um encontro bem-sucedido, mas novas imagens divulgadas pela NASA na noite de quarta são uma prova adicional disso. Fotos captadas pelo gerador de imagens SamCam da espaçonave mostram a cabeça de amostragem de 0,3 metros de largura cheia de detritos. Embora eu não seja um especialista, seria difícil acreditar que nada foi obtido pelo sistema de coleta, conhecido como TAG (Touch-and-Go). Mas as imagens podem enganar, e a equipe, liderada pela Universidade de Arizona, passará a próxima semana tentando descobrir quanto de material foi coletado. Aproximadamente um segundo após fazer o toque, a sonda disparou uma garrafa de gás nitrogênio, que produziu a nuvem de destroços, de acordo com um comunicado da NASA. A OSIRIS-REx chegou a um local predeterminado chamado de Nightingale e alcançou a superfície durante sua primeira tentativa. A cabeça redonda no final do braço de amostragem, chamada TAGSAM, foi a única parte da espaçonave que tocou a superfície do asteróide. O procedimento TAG foi feito de forma autônoma com instruções pré-programadas dos engenheiros de solo. Olhando as imagens, você pode ver a cabeça esmagando algumas das rochas porosas. Dados preliminares sugerem que a cabeça permaneceu em contato com a superfície por cerca de seis segundos, dos quais cinco segundos foram gastos coletando materiais. A NASA diz que os primeiros três segundos são quando o amostrador provavelmente coletou a maior parte do material. A sonda estava se movendo a 10 cm/s quanto atingiu a superfície. Com a tarefa concluída, o OSIRIS-REx disparou seus propulsores reversos, que também levantaram material da superfície. A espaçonave, que recuou a 40 cm/s, está mais uma vez orbitando Bennu e parece estar funcionando normalmente.
Tradução: Ontem (22), a equipe OSIRIS-REx recebeu imagens da cabeça do coletor de amostra da espaçonave repleta de regolito. Foi coletada tanta amostra que parte dela está escapando lentamente da cabeça de amostragem. Conforme observado, a equipe agora está tentando descobrir se o dispositivo reteve os detritos. Eles esperam ter coletado cerca de 60 gramas, que é basicamente o material de uma barra de chocolate. Eventualmente, a OSIRIS-REx retornará essas amostras para a Terra para análise, portanto, quanto mais material for coletado, melhor.
A equipe usará uma variedade de técnicas para descobrir a quantidade de material. O primeiro passo será medir quanto material foi expelido pela explosão de nitrogênio. Eles revisarão as imagens do procedimento TAG, incluindo fotos que mostram a quantidade de poeira que se acumulou ao redor da cabeça de amostragem. Como aponta um comunicado da Universidade do Arizona, a equipe também tentará pesar o material coletado, usando um pouco de física sofisticada:
Se a equipe determinar que não foi coletado material suficiente, eles tentarão novamente em 12 de janeiro de 2021 em um local chamado Osprey. O sistema TAG tem mais gás nitrogênio disponível e a equipe não tem pressa em fazer o trabalho, já que a OSIRIS-REx não partirá do asteróide até março de 2021, quando a Terra e Bennu estarão em um alinhamento orbital favorável. Uma vez na Terra, o material coletado será estudado por cientistas. Acredita-se que a superfície do Bennu contém materiais inalterados dos primeiros dias do sistema solar, que pode ajudar a esclarecer o papel que asteroides tiveram no fornecimento de água e, possivelmente, na participação dessas rochas na construção de vida primitiva na Terra. The post Imagens impressionantes mostram a tentativa da NASA de coletar materiais do asteróide Bennu appeared first on Gizmodo Brasil. |
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As lhamas sacrificadas foram encontradas sob o piso de uma antiga estrutura. Imagem: L. M. Valdez
Os restos mortais de uma lhama branca encontrados no local. Imagem: L. M. Valdez
Fios coloridos presos a uma das lhamas. Imagem: L. M. Valdez







Mapa de Nightingale e a localização do TAG. Crédito: NASA/Goddard/University of Arizona
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