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- Voluntário que supostamente havia recebido placebo em teste de vacina morre de COVID-19 no Brasil
- O Atari Mini Pong Jr. portátil é quase um Nintendo Switch, mas com um único jogo
- Reino Unido planeja infectar voluntários saudáveis para ajudar na criação de vacinas contra COVID-19
- iPhone 12 lidera em desempenho e velocidade, mas tem menor duração de bateria com o 5G
- Acer anuncia primeiros Chromebooks do mercado com processador Snapdragon
- Como descobrir em que sites e aplicativos você está mais viciado
- Impossible Foods está desenvolvendo uma alternativa vegetal ao leite de vaca
- Sonda OSIRIS-REx, da NASA, consegue tocar e coletar amostras da superfície do asteroide Bennu
- Estudo mostra que pacientes com Covid-19 têm cinco vezes mais chances de morrer que pacientes com gripe
- Essa ferramenta utiliza IA para substituir o céu em fotos e é capaz de alterar até os reflexos
- Como é usar os alto-falantes inteligentes Echo da Amazon na prática
| Voluntário que supostamente havia recebido placebo em teste de vacina morre de COVID-19 no Brasil Posted: 21 Oct 2020 03:37 PM PDT ![]() Um jovem de 28 anos que morava no Brasil e participava de um ensaio da vacina contra COVID-19 conduzido pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford morreu de complicações relacionadas ao coronavírus. As autoridades de saúde e os responsáveis pelo estudo não confirmaram se o voluntário recebeu a vacina experimental ou um placebo antes de sua morte. De acordo com um porta-voz da farmacêutica AstraZeneca, com sede no Reino Unido, o ensaio continuará conforme planejado. A morte foi noticiada pelo O Globo. De acordo com a reportagem, o voluntário morreu na quinta-feira passada (15). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foi informada da morte na segunda-feira (19) e está avaliando o caso com a cooperação dos desenvolvedores da vacina, segundo o jornal. A pessoa estava participando de um grande ensaio clínico internacional da vacina desenvolvida em conjunto pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. Essa vacina em potencial usa uma versão enfraquecida de um adenovírus comum como método de administração. No início do mês passado, testes no Reino Unido e em outros lugares foram temporariamente interrompidos depois que uma mulher no grupo da vacina desenvolveu sintomas neurológicos. No entanto, o comitê independente que supervisionou esses ensaios concluiu que o caso da mulher provavelmente não estava relacionado à vacina ou não havia evidências suficientes para dizer que sim ou que não. Logo depois, os testes foram reiniciados em quase todos os lugares, embora ainda não nos EUA. Nem a Anvisa nem os centros médicos envolvidos no cuidado do voluntário brasileiro confirmam a situação da pessoa no ensaio. Mesmo assim, O Globo citou fontes anônimas que supostamente disseram que o voluntário estava no grupo placebo, o que significa que ele não recebeu uma vacina experimental. A Bloomberg News, citando uma fonte anônima, também reporta que o participante recebeu um placebo. Testes clínicos usam o padrão duplo-cego. Nesse tipo de ensaio, pacientes são separados em dois grupos, sendo que um recebe a substância verdadeira e outro recebe um placebo, como é chamada uma substância sem o princípio ativo. Este segundo grupo serve como grupo de controle, isto é, uma referência para comparar a efetividade do medicamento ou vacina administrado no primeiro grupo. Esse tipo de teste se chama duplo-cego porque nem os pacientes nem os pesquisadores sabem quem está em cada grupo — só depois do fim dos ensaios isso é revelado. Em um comunicado enviado por e-mail ao Gizmodo, um porta-voz da AstraZeneca disse: "Não podemos comentar sobre casos individuais do teste em andamento da vacina Oxford pois obedecemos estritamente ao sigilo médico e aos regulamentos dos testes clínicos, mas podemos confirmar que foram seguidos todos os processos de revisão necessários. Todos os eventos médicos significativos são avaliados cuidadosamente pelos investigadores do estudo, um comitê independente de monitoramento de segurança e autoridades regulatórias. Essas avaliações não levaram a quaisquer preocupações sobre a continuação do estudo em andamento." A Universidade de Oxford não respondeu a um pedido de comentário. O Brasil foi uma das áreas mais afetadas pela pandemia. Na quarta-feira, mais de 150 mil pessoas já haviam morrido no País em decorrência da doença viral — um número inferior apenas ao dos EUA, que têm mais de 221 mil óbitos. The post Voluntário que supostamente havia recebido placebo em teste de vacina morre de COVID-19 no Brasil appeared first on Gizmodo Brasil. |
| O Atari Mini Pong Jr. portátil é quase um Nintendo Switch, mas com um único jogo Posted: 21 Oct 2020 02:00 PM PDT ![]() A Atari continua lutando para entregar seu antigo console aos consumidores saudosistas, há muito prometido. Mas, enquanto isso, a empresa transformou um de seus jogos mais icônicos em uma máquina de jogos portátil que permite que duas pessoas joguem uma bola para frente e para trás em um pingue-pongue de mesa virtual. O Pong está de volta…de novo…mas agora em uma versão mais portátil. O novo Pong foi criado em colaboração com a UNIS Technology Ltd., criadores de jogos de arcade elaborados e, nos últimos anos, de versões do tamanho de uma mesa de centro de Pong que custarão vários milhares de dólares para matar a saudade. É isso que torna o novo Atari Mini Pong Jr. tão atraente, supondo que, devido ao seu tamanho, o preço não seja tão absurdo.
Medindo pouco menos de 12 polegadas (cerca de 30 centímetros) de comprimento, a pequena mesa é alimentada por um cabo USB ou três pilhas AA para portabilidade e permite que dois jogadores fiquem frente a frente, quando colocada em uma mesa, usando um par de controladores. Também há suporte para o modo de jogador único, permitindo que a pessoa coloque o Mini Pong Jr. no colo e desafie um oponente de IA.
Embora haja uma tela LCD colorida, o console inclui uma recriação fiel do Pong original, que é reproduzido em preto e branco com alguns efeitos de animação modernos adicionados enquanto a bola ricocheteia nas paredes. A Atari promete que o Atari Mini Pong Jr será lançado "exclusivamente online nesta temporada de festas de fim de ano", mas vamos considerar isso com cautela, visto que a empresa fez promessas semelhantes em relação ao seu outro console antigo nos últimos três anos. Nem a Atari nem a UNIS Technology Ltd. revelaram o preço do Atari Mini Pong Jr. ainda, mas dada sua biblioteca de jogos limitada, esperamos que seja bem abaixo de US$100. The post O Atari Mini Pong Jr. portátil é quase um Nintendo Switch, mas com um único jogo appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Reino Unido planeja infectar voluntários saudáveis para ajudar na criação de vacinas contra COVID-19 Posted: 21 Oct 2020 01:51 PM PDT ![]() Um novo e controverso experimento para desenvolvimento de vacinas contra COVID-19 está oficialmente programado para começar no Reino Unido em janeiro do ano que vem. Na última terça-feira (20), pesquisadores do Imperial College London e de outras instituições anunciaram que planejam conduzir um teste de desafio humano que envolverá 90 adultos jovens e saudáveis. Esses voluntários receberão vacinas experimentais e serão infectados intencionalmente com o novo coronavírus — tudo isso sob observação de uma junta médica, obviamente. No final de setembro, o Financial Times informou que o Reino Unido permitiria que esses testes começassem em 2021, observando o envolvimento do Imperial College London e outros parceiros. Mas nenhum deles confirmou oficialmente a notícia, e alguns até disseram que o status do projeto estava mudando. Agora, muitos de seus detalhes foram expostos, embora o experimento ainda precise ser aprovado formalmente por um comitê de ética. O experimento vai recrutar e pagar voluntários com idades entre 18 e 30 anos. A primeira fase do ensaio tentará descobrir a menor dose possível de vírus necessária para infectar alguém com sucesso. Feito isso, novos ensaios clínicos subsequentes testarão várias candidatas a vacinas. Os testes serão realizados no Royal Free Hospital, com previsão de duração até maio, mas os voluntários serão acompanhados por um ano inteiro. Apesar de os testes de desafio em humanos serem há muito tempo parte de um conjunto de medidas para comprovar a eficácia de novas vacinas, alguns cientistas têm sido críticos quanto ao uso potencial do COVID-19. Ao contrário de outras doenças estudadas por meio de testes com humanos, muita coisa sobre o novo coronavírus ainda é desconhecida, podendo afetar pessoas de todas as idades, incluindo as mais jovens e saudáveis. Há também o fato de que a pandemia ainda continua em ritmo de ascensão (algo que não deve mudar tão cedo), e a necessidade de testes de desafio, que são frequentemente usados para estudar doenças que são raras ou difíceis de rastrear, podem não ser obrigatórios nesta altura do campeonato. Já existem várias vacinas muito à frente nos testes clínicos, e os cientistas esperam que os resultados de testes em grande escala, necessários para garantir a aprovação regulamentar para seu uso, apareçam agora no final do ano. No entanto, os defensores dos testes de desafio argumentaram que essas vacinas de primeira geração, mesmo se bem-sucedidas, podem não ser as mais eficazes. Por isso, é importante continuar desenvolvendo e testando candidatas em potencial. E apesar de os testes de desafio carregarem os próprios riscos exclusivos, a oportunidade de rastrear o curso completo da infecção em pessoas em um ambiente controlado é algo que nenhum outro tipo de estudo poderia fornecer. "Infectar deliberadamente voluntários com um patógeno humano conhecido nunca é feito levianamente. Contudo, esses estudos possuem uma quantidade enorme de informações sobre uma determinada doença", disse o pesquisador do estudo Peter Openshaw, imunologista do Imperial College London, em um comunicado à imprensa. "É realmente vital que avancemos o mais rápido possível para obter vacinas eficazes e outros tratamentos para COVID-19, e os estudos de desafio têm o potencial de acelerar e diminuir o risco de desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas", completou. O projeto será conduzido com a ajuda do governo do Reino Unido e também da empresa hVIVO, que já trabalhou em testes com humanos. De acordo com a AP, o governo britânico deve gastar US$ 43,4 milhões (R$ 243 milhões) para financiar o projeto. The post Reino Unido planeja infectar voluntários saudáveis para ajudar na criação de vacinas contra COVID-19 appeared first on Gizmodo Brasil. |
| iPhone 12 lidera em desempenho e velocidade, mas tem menor duração de bateria com o 5G Posted: 21 Oct 2020 12:41 PM PDT ![]() Há uma semana, a Apple apresentou oficialmente o iPhone 12. Uma das principais promessas foi um aumento de 50% em performance com o processador A14 Bionic utilizado nos aparelhos. De fato, análises de benchmark mostram que a Apple lidera em praticamente todos os aspectos em comparação com os concorrente, exceto na duração da bateria. Afinal, entregar um desempenho acima do padrão também tem um custo. Como de costume, a Apple não especificou a capacidade da bateria em mAh (miliamperes por hora), mas garantiu uma autonomia de 15 horas para rodar vídeo ininterruptamente no caso do iPhone 12 Mini, e de 17 horas para o iPhone 12. Para colocar essa capacidade à prova, o site Tom's Guide realizou uma série de testes e descobriu que o recurso de 5G resulta em uma perda de duas horas na duração da bateria, colocando o novo aparelho da Apple atrás dos concorrentes com sistema Android. Os testes foram feitos com o iPhone 12 e o iPhone 12 Pro, e consistiram em utilizar os dispositivos para navegar na internet, com brilho de tela em 150 nits, abrindo uma nova página a cada 30 segundos até a bateria se esgotar completamente. Utilizando a rede 5G da operadora AT&T, a bateria do iPhone 12 conseguiu durar um total de 8 horas e 25 minutos. Já com a rede 4G, a duração aumentou para 10 horas e 23 minutos. Para efeito de comparação, o iPhone 11 sobreviveu por 11 horas e 16 minutos com o 4G no mesmo teste. Já o iPhone 12 Pro apresentou um resultado um pouco melhor, com uma duração de bateria de 9 horas e 6 minutos com a rede 5G da operadora T-Mobile. Com o 4G, esse número aumentou para 11 horas e 24 minutos. Ao contrário do iPhone 12, a versão Pro supera o seu antecessor iPhone 11 Pro, que conseguiu aguentar 10 horas e 24 minutos no 4G. Em relação a outros concorrentes do mercado, a bateria do Samsung Galaxy S20 durou 9 horas e 31 minutos no teste com 5G, mas esse desempenho caiu para 8 horas e 4 minutos quando a taxa de atualização foi alterada para 120Hz. No Galaxy S20 Plus, a duração foi de 10 horas e 31 minutos – quase uma hora e meia a mais que o iPhone 12 Pro -, reduzindo para 8 horas e 55 minutos em 120Hz, o que é um pouco abaixo do iPhone 12 Pro. O OnePlus 8T, por outro lado, foi capaz de superar os dois aparelhos da Apple, atingindo 10 horas e 49 minutos (60Hz) e 9 horas e 58 minutos (120Hz) nos teste com 5G. O Pixel 5 do Google também apresentou um desempenho melhor, com uma duração de 9 horas e 56 minutos, caindo para 9 horas e 29 minutos com uma taxa de atualização ajustada para 90Hz. Conforme apontado pelo MacRumors, essa redução na capacidade da bateria nos iPhones 12 pode ser um dos motivos pelos quais a Apple incluiu um modo de uso de dados inteligentes. O que o recurso faz, basicamente, é alternar entre redes 5G e 4G automaticamente conforme a necessidade. Quando um aplicativo de streaming de música está sendo executado com a tela apagada, por exemplo, o aparelho alteraria automaticamente para o 4G caso a opção "5G Auto" esteja habilitada. Por outro lado, é importante considerar que a menor duração da bateria em relação aos concorrente e ao próprio iPhone 11 também pode estar relacionada ao melhor desempenho e velocidade do iPhone 12. Desempenho e velocidadeOutro teste realizado pelo Tom's Guide analisou a performance do processador A14 Bionic nos modelos iPhone 12 e iPhone 12 Pro. Dessa vez, a Apple conseguiu superar todos os seus concorrentes. Utilizando a plataforma de benchmark Geekbench 5, que analisa o desempenho geral, o iPhone 12 atingiu uma pontuação de 1.593 para núcleo único e 3.859 para núcleo múltiplo. Isso representa uma melhoria de 19% e 10% em relação aos resultados do iPhone 11 Pro Max. O iPhone 12 Pro teve uma pontuação levemente menor, atingindo 1.585 (núcleo único) e 3.669 (núcleo múltiplo). Em comparação com os dispositivos Android, a diferença é perceptível. O chip Snapdragon 865 do Galaxy S20 Plus, por exemplo, atingiu uma pontuação de 811 (núcleo único) e 3.076 (núcleo múltiplo). Já o Pixel 5, que utiliza o chip Snapdragon 765G, apresentou um dos menores desempenhos: 596 (núcleo único) e 1.617 (núcleo múltiplo). Os testes de benchmark também compararam outros critérios, como gráficos e codificação de vídeo. Em todos, o processador A14 Bionic do iPhone 12 liderou o ranking, com diferenças mínimas em relação ao iPhone 11 Pro Max, porém muito significativas em relação aos aparelhos Android. Você pode conferir a análise completa (em inglês) no Tom's Guide. The post iPhone 12 lidera em desempenho e velocidade, mas tem menor duração de bateria com o 5G appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Acer anuncia primeiros Chromebooks do mercado com processador Snapdragon Posted: 21 Oct 2020 10:46 AM PDT ![]() A Acer anunciou nesta quarta-feira (21) uma série de novos produtos para todos os públicos. E teve muito produto mesmo: de projetor a laser e monitor gamer até purificador de ar. Mas aqui quero destacar o segmento de notebooks da empresa, mais especificamente a linha Chromebook, que agora conta com dois modelos equipados com processador da Qualcomm. Estes são os primeiros Chromebooks com o chipset Snapdragon.
O Acer Chromebook Spin 513 e o Chromebook Enterprise Spin 513 trazem o Snapdragon 7c, um tipo de chip para aparelhos portáteis e voltado para dispositivos de entrada. Embora tenha o desempenho mais fraco entre os chips da Qualcomm, o 7c é um dos processadores que oferecem maior otimização de uso de bateria. Segundo a Acer, a nova linha de Chromebooks tem autonomia de 14 horas seguidas de uso. A fabricante ainda incluiu nos aparelhos uma CPU Qualcomm Kyro 468 octa-core de 8 nanômetros, GPU Adreno 618, memória RAM de 8 GB e armazenamento interno de 128 GB. Também oferece suporte para conexões 4G LTE, Bluetooth 5.0 e Wi-Fi, duas entradas USB-C e uma USB-A, acabamento em alumínio com 15,55 mm de espessura e peso aproximado de 1,2 kg.
Na tela, a Acer colocou um painel de 13,3 polegadas Full HD (1.920 x 1.080 pixels) que é sensível ao toque, tem proteção Gorilla Glass e traz uma proporção tela-corpo de 78%. As dobradiças de 360 graus proporcionam até quatro modos de uso: concha (para entrada de teclado tradicional), tablet, display e tenda. Além disso, vem com um teclado retroiluminado opcional para ajudar na digitação em locais com baixa luminosidade.
A versão Enterprise do Spin 513 traz exatamente as mesmas características do modelo tradicional. A diferença é que a primeira traz recursos ainda mais focados em segurança e privacidade para empresas – e, portanto, é o mais indicado para uso dentro de ambientes corporativos. De acordo com a Acer, o novo Chromebook Spin 513 começa a ser vendido na América do Norte em fevereiro de 2021, com preço sugerido de US$ 399,99 (R$ 2.450 na conversão atual). A versão Enterprise chega no mês seguinte, a partir de US$ 699,99 (R$ 3.930). Ainda não há previsão de disponibilidade dos produtos no Brasil. Já faz um tempo que a Qualcomm tem investido na implementação de chips de smartphone em laptops. Neste ano, ainda devemos ter a entrada da Apple neste ramo. Rumores apontam que em novembro a empresa da maçã anunciará seus primeiros computadores (desktops e laptops) com Apple Silicon, uma versão adaptada do chip utilizada em seus dispositivos móveis, como iPhones e iPads. [Acer] The post Acer anuncia primeiros Chromebooks do mercado com processador Snapdragon appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Como descobrir em que sites e aplicativos você está mais viciado Posted: 21 Oct 2020 09:01 AM PDT ![]() Para onde vai todo o seu tempo? Pelo menos no que diz respeito às horas que você passa no telefone e no computador, essa não é uma pergunta retórica. Existem muitas ferramentas que rastreiam e monitoram seu tempo automaticamente, informando exatamente quais aplicativos e sites estão absorvendo seus preciosos minutos. Essas ferramentas são um pouco diferentes dos serviços de controle de tempo mais amplos e abrangentes, como o Toggl ou Hours, que permitem que você saiba onde todo o seu tempo está sendo gasto, desde a manhã até a hora de dormir. (Em casa? Legal, nós também). Se você realmente quiser se aprofundar em como passa seus dias, vale a pena dar uma olhada nesses aplicativos mais detalhados. Para nossos propósitos, estamos nos concentrando em como você gasta seu tempo com os seus dispositivos. As versões mais recentes do Android e do iOS têm ferramentas integradas apenas para esse propósito, mas isso não significa necessariamente que você deva descartar alternativas de terceiros. Você pode encontrar recursos que são mais adequados para você nessas opções, ou você pode apenas querer evitar colocar todos os seus ovos em uma cesta da Apple ou Google. A principal ressalva é que a maioria desses aplicativos exige que você forneça esses dados de uso ao fabricante do aplicativo – incluindo os feitos pela Apple e pelo Google. Portanto, cheque e verifique os termos de serviço do aplicativo instalado para ter certeza de que não está fornecendo mais dados do que poderia se sentir confortável. Tempo de uso (gratuito para iOS, macOS)
O recurso Tempo de Uso (ou Screen Time, em inglês) da Apple rastreia o tempo gasto em aplicativos e no telefone em geral. Você pode configurá-lo no menu Configurações para iOS/iPadOS e em Preferências do Sistema no macOS. É bastante simples e direto: a ferramenta mostra em quais aplicativos você está gastando mais tempo, e você pode ver suas estatísticas em todos os dispositivos Apple nos quais você está conectado. Se você quiser reagir e lutar contra os seus vícios de aplicativo – digamos que você esteja gastando horas no Instagram sem motivo – você pode definir limites diários com base no aplicativo ou categoria de aplicativo. Se você quiser apenas mais cinco minutos de Twitter, eles são facilmente ignorados, mas podem ser úteis. Você também pode ver quais aplicativos estão incomodando você com a maioria das notificações em todos os seus dispositivos Apple. Bem-estar digital (gratuito para Android)
O equivalente do Android ao Screen Time é a opção Bem-estar digital que você encontrará em Configurações. Toque no gráfico de visão geral que aparece na tela frontal para ver uma análise mais detalhada de onde todo o seu tempo foi e quais aplicativos estão sugando sua atenção. Assim como no iOS, você pode alternar entre o tempo gasto em um aplicativo e o número de notificações que o aplicativo enviou. Para ver mais de perto o uso do aplicativo, até mesmo o dia e a hora, selecione um dos aplicativos na tela. Toque no símbolo do cronômetro ao lado de cada aplicativo para limitar quanto tempo por dia você pode gastar nele. Você sempre pode simplesmente desligar esses limites novamente, mas eles vão pelo menos fazer você pensar duas vezes sobre quanto tempo você gasta rolando sem parar. QualityTime (freemium para Android)
QualityTime é um dos rastreadores de tempo mais bem estabelecidos para Android, e é fácil ver por que ele bateu 1 milhão de downloads. Tudo é claro e organizado, mostrando exatamente o que você precisa saber sobre o que está fazendo com o seu dispositivo. A ferramenta exibe o uso total, assim como o uso de aplicativo individual, além da frequência com que você abre cada aplicativo. QualityTime vem com um monte de outros recursos, também, como um alerta de uso diário para que você receba um pop-up quando estiver no Instagram (ou outro aplicativo) por muito tempo, e a opção de definir pausas programadas e forçadas do seu telefone, com notificações silenciadas. Você também pode configurar perfis personalizados, como Family Time ou Office Time, durante os quais certos aplicativos são proibidos. App Usage (freemium para Android)
O App Usage é semelhante ao QualityTime no que diz respeito aos recursos que oferece, permitindo que você explore seu aplicativo e o uso do telefone de todas as maneiras – você pode ver tudo o que fez hoje ou apenas seu aplicativo mais usado durante o mês. Você tem a opção de manter um contador na tela o tempo todo, em uma pequena bolha que se expande para mostrar as principais características do aplicativo. Você não tem tantas maneiras de realmente gerenciar ou controlar o uso do seu aplicativo aqui quanto tem com o QualityTime, mas você pode configurar lembretes para enviar um sinal sempre que você passar muito tempo nos aplicativos sem pausa. O App Usage também pode anotar que outros aplicativos que você instalou e desinstalou, tornando mais fácil trazer de volta os aplicativos excluídos. Moment (freemium para iOS)
O iOS não permite que aplicativos de terceiros vejam quais aplicativos você está usando, mas o Moment tenta contornar essa restrição pedindo que você faça capturas de tela de uso da bateria do iOS ( toque em Bateria em Configurações para ver). Não é totalmente automático ou preciso, mas é o melhor que você conseguirá de um aplicativo de terceiros no iOS por enquanto. O Moment também está disponível no Android, onde um pouco mais de recursos. Ele é capaz de rastrear o uso geral do telefone ao longo do tempo e manter o controle sobre sua família e seus dispositivos se você quiser habilitar os aspectos de controle dos pais do aplicativo (que tem um custo extra). Há também um elemento Phone Coach que você pode ativar para ajudar você a se afastar do smartphone. StayFree (freemium para Android)
StayFree o apresenta com uma riqueza de informações de uso do aplicativo, então se você realmente deseja se aprofundar sobre como tem passado seu tempo no seu telefone Android, este é o aplicativo para você. Você pode até mesmo se comparar com médias anônimas de todo o mundo, o que significa que você pode ver o quão incomum é seu vício no Reddit. O aplicativo permitirá que você veja quando estiver usando um determinado aplicativo ao longo do dia ou da semana, e há uma opção integrada para definir lembretes de uso excessivo, então você receberá um alerta quando usar um aplicativo além do tempo escolhido. Em termos de recursos principais, StayFree é semelhante a outros nesta lista, mas realmente se destaca quando se trata da quantidade de dados que reporta. Instant (a partir de US$ 2/mês para Android, iOS)
Se você deseja algo para rastrear o uso de seu telefone e aplicativo em dispositivos Android e iOS, Instant é uma das melhores opções que encontramos – com a ressalva de que aplicativos de terceiros para iOS só podem rastrear o tempo total de uso do telefone, em vez de olhar seu tempo em aplicativos individuais. Ele também requer uma assinatura premium, que custa US $ 2 por mês. No entanto, você consegue muito mais além de monitorar o uso do seu aplicativo e telefone. O Instant mostra todos os dados que seu telefone pode reunir, incluindo quanto você tem dormido, os lugares que tem visitado e quantos passos está dando. Tudo isso pode ser vinculado a relatórios e metas que você mesmo pode definir se quiser passar muito menos tempo no telefone. RescueTime (freemium para Android, iOS, web)
RescueTime vem anotando diligentemente os hábitos de seus usuários muito antes de rastrear o uso do telefone se tornar popular e continua sendo uma das melhores opções para ver em quais aplicativos e sites você está viciado – tudo em um conjunto de relatórios muito claro, fácil de ler e sem julgamento, dividido por aplicativo e categoria de site (embora, novamente, isso seja mais limitado no iOS). Você pode ensinar ao RescueTime quais aplicativos e sites estão realmente ajudando você a ser produtivo e quais estão apenas desperdiçando seu tempo (ou, em vez disso, pode deixar o serviço adivinhar). Isso oferece um pouco mais de percepção do que apenas uma longa lista de aplicativos que você abriu e quando. Para alertas de uso e relatórios mais detalhados, uma conta premium custa US $ 9 por mês. WhatPulse (freemium para Windows, macOS)
As ferramentas que rastreiam o uso de aplicativos em desktops não são particularmente populares, mas WhatPulse faz um trabalho respeitável. Você precisa confiar muito nos dados que fornece ao desenvolvedor, mas em troca você obtém uma análise dos aplicativos mais ativos, a maioria das teclas pressionadas e até mesmo onde na tela você passa a maior parte do tempo clicando. Se você pagar pela opção premium (US $ 1,50 por mês), você ganha alguns gráficos lindos de sua atividade, caso contrário, vai receber tabelas simples para examinar. O programa também informa quais aplicativos estão usando a maior parte da sua internet – talvez sem o seu conhecimento – embora o que você não consiga é um detalhamento de sua navegação site por site. Webtime Tracker (gratuito para Chrome)
Descubra exatamente para onde está indo seu tempo online – pelo menos no Chrome – com esta extensão, que transforma sua navegação diária em gráficos e relatórios de aparência inteligente. Você pode ver como o seu uso varia ao longo da semana ou do mês, conseguir médias diárias dos sites que você mais visita, ver estatísticas de todo o tempo em que a extensão foi instalada e muito mais. A extensão é inteligente o suficiente para interromper o rastreamento se não detectar nenhuma atividade por um determinado período de tempo (que você mesmo pode definir). Enquanto isso, o desenvolvedor promete que todos os dados coletados serão mantidos localmente e nunca serão enviados a nenhum outro lugar. Não há um equivalente exato para o Firefox, mas Mind the Time é uma extensão de rastreamento menos completa em recursos – embora ainda muito útil – que você pode experimentar. The post Como descobrir em que sites e aplicativos você está mais viciado appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Impossible Foods está desenvolvendo uma alternativa vegetal ao leite de vaca Posted: 21 Oct 2020 08:41 AM PDT ![]() Há uma infinidade de razões para substituir o leite de vaca por alternativas de nozes, de aveia ou de soja. Mas para quem gosta de laticínios, não é a mesma coisa. Assim, a Impossible Foods, fabricante do Impossible Burger e de outras alternativas à base de vegetais, está trabalhando em mais um substituto. Desta vez, um líquido feito de plantas que parece, tem gosto e se comporta como leite de vaca. Durante uma conferência de imprensa virtual na manhã de terça-feira (20), a Impossible Foods revelou que vai dobrar o tamanho de sua equipe de pesquisa e desenvolvimento no Vale do Silício no ano que vem. Ela também lançou o que chama de “Projeto Investigador Impossible” para atrair cientistas importantes a contribuir para a sua causa. A empresa também mostrou pela primeira vez sua nova alternativa vegetal ao leite de vaca, que ainda não foi batizada com um nome atraente pelo pessoal do marketing (embora seja razoavelmente seguro apostar que Impossible Milk está entre as opções).
Assim como o carro-chefe da empresa, o Impossible Burger, a nova alternativa ao leite da Impossible Foods é feita com proteínas estáveis provenientes de plantas. A ideia é que ele se misture adequadamente com outros líquidos (como o café quente) sem formar precipitados que podem alterar a textura e a experiência de beber e possa ser batido para formar espuma. Assim, ele poderia ser usado como ingrediente em outros produtos alimentícios sem ter para modificar as receitas. Assim como acontece com os produtos da Impossible Foods que imitam carne, o objetivo da alternativa ao leite é preservar a experiência de consumir produtos lácteos — incluindo a textura, a sensação na boca e o sabor — e, ao mesmo tempo, reduzir a demanda por criação de gado. Em outras palavras, o Impossible Milk não será necessariamente um substituto para o leite de soja ou de nozes. Muitos consumidores preferem essas alternativas ao leite de vaca. O objetivo da empresa é criar uma alternativa para quem quer parar de tomar leite de vaca mas não quer abrir mão da experiência. A empresa não deu um cronograma de quando seu substituto do leite estará pronto para deixar seus laboratórios de pesquisa e desenvolvimento. Mesmo assim, já dá para saber que a Impossible Foods conseguiu expandir sua pesquisa para além de substitutos para produtos de carne moída. Um cheeseburger completo a base de vegetais está a caminho. The post Impossible Foods está desenvolvendo uma alternativa vegetal ao leite de vaca appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Sonda OSIRIS-REx, da NASA, consegue tocar e coletar amostras da superfície do asteroide Bennu Posted: 21 Oct 2020 07:32 AM PDT ![]() Na noite desta terça-feira (20), a NASA confirmou que sua sonda OSIRIS-REx conseguiu encostar na superfície do asteroide Bennu, de onde coletou amostras e deve iniciar em breve sua volta para o planeta Terra. Todo o processo, batizado como evento "Touch-and-Go" (TAG) da missão, foi transmitido e agora está disponível no YouTube. Esta foi a primeira vez que a agência espacial dos Estados Unidos tentou se aproximar de um asteroide em movimento para coletar suas amostras. Em 2006, a sonda Stardust da NASA coletou e retornou amostras da nuvem de poeira de um cometa. Em 2010, o Japão conseguiu recuperar amostras de asteróides com a primeira missão Hayabusa – a segunda sonda da mesma missão está atualmente a caminho da Terra com amostras retiradas do asteróide Ryugu. Lançada da Terra em setembro de 2016, a OSIRIS-REx chegou a Bennu em dezembro de 2018, e desde então vinha circulando a rocha esperando o momento certo para entrar em ação. A sonda foi construída pela NASA e Lockheed Martin, com a missão sendo liderada pelo cientista planetário Dante Lauretta, da Universidade do Arizona. Bennu está localizado a 320 milhões de quilômetros da Terra e tem um formato parecido com um pião. O asteroide mede 565 metros em seu ponto mais largo e possui muito material antigo que remonta ao início do nosso Sistema Solar. Com esses componentes, os cientistas poderiam definir melhor como os asteroides entregaram água à Terra e outros elementos necessários para a vida em nosso planeta. O que dificultou a missão é que Bennu tem uma atmosfera não muito favorável a "intrusos", por assim dizer. Ao seu redor, Bennu possui centenas de rochas agrupadas, a maioria com 58 metros de diâmetro cada. Não foi fácil para a NASA encontrar um local de pouso adequado, mas uma análise exaustiva feita nos últimos meses levou a equipe a um local amigável que possibilitou a uma quase aterrissagem. Esse ponto em questão foi apelidado de "Nightingale”. "Escolhemos Nightingale porque, de longe, tem o material mais refinado de todos os quatro candidatos a locais de amostra", disse Lauretta durante um evento para a imprensa realizado no final de setembro. "Passamos o início de 2020 fazendo passagens de reconhecimento de baixa altitude neste local, coletando imagens a cerca de um oitavo de polegada por pixel. Basicamente, temos fotografias incrivelmente detalhadas cobrindo toda a cratera e contamos todas essas rochas", completou.
Um computador na sonda fez uma referência cruzada de seu mapa de perigo recém-construído com o que viu na superfície. Tudo precisou ser estipulado com um nível altíssimo de detalhamento, principalmente no que diz respeito ao tempo. Isso porque há um pequeno atraso de pouco mais de 18 minutos na comunicação da sonda com a base aqui na Terra. Por este motivo, os comandos foram enviados horas antes da coleta em si, que foi realizada de forma autônoma pela OSIRIS-REx e levou apenas 16 segundos. A coleta aconteceu pela ponta de um braço mecânico de 3,3 metros de comprimento na sonda. Quando alcançou a superfície de Bennu, o cabeçote explodiu uma pequena quantidade de gás nitrogênio para espalhar os materiais – algo considerado bastante fácil pela agência espacial, uma vez que a gravidade no asteroide é extremamente baixa. Então, a sonda recolheu material fino de granulação e pedaços de detritos não muito maiores do que 2 cm.
Se correr conforme o planejado, a sonda deve chegar por aqui em 2023, trazendo consigo partículas do asteroide para serem estudadas. Não se sabe a quantidade exata que o aparelho coletou, porém são necessárias no mínimo 60 gramas e no máximo 2 quilos para que elas sejam viáveis em pesquisas e análises. Caso a NASA considere fazer um novo pouso, a sonda, que continua orbitando o asteroide a uma distância segura, realizará o mesmo procedimento em janeiro, só que em outro ponto, chamado "Osprey”. E para fechar, aqui vai uma curiosidade sobre Bennu: é um dos objetos próximos à Terra mais ameaçadores conhecidos, com uma chance estimada de 1 em 2.700 de colidir com o nosso planeta em algum ponto entre os anos de 2175 e 2196. Se Bennu desafiasse essas pequenas probabilidades e golpeasse nosso planeta, o o asteróide liberaria 1.200 megatons de força explosiva, tornando-o 24 vezes mais poderoso que a Tsar Bomba – a maior arma nuclear já detonada. Colaborou Caio Carvalho The post Sonda OSIRIS-REx, da NASA, consegue tocar e coletar amostras da superfície do asteroide Bennu appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Posted: 21 Oct 2020 06:09 AM PDT ![]() Um novo relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), agência de saúde dos EUA, destaca a grande diferença entre o Covid-19 e a gripe sazonal. Para pacientes hospitalizados, descobriu o relatório, o risco de complicações sérias como pneumonia e choque foi significativamente maior com Covid-19 do que com gripe. Pessoas hospitalizadas com Covid-19 tinham cinco vezes mais probabilidade de morrer do que pacientes com gripe hospitalizados. A análise, publicada na terça-feira (20) como uma divulgação antecipada no Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade do CDC, analisou os registros médicos de pacientes hospitalizados que receberam atendimento coberto pela Administração de Saúde de Veteranos, o maior sistema de saúde integrado dos EUA. Eles analisaram os resultados de cerca de 5.500 pessoas diagnosticadas com gripe entre outubro de 2018 e fevereiro de 2020 e os comparou a quase 4.000 pessoas com diagnóstico de covid-19 entre março e maio de 2020. Em comparação com os pacientes com gripe, aqueles com Covid-19 apresentavam risco aumentado de 17 complicações respiratórias e não respiratórias, descobriram os pesquisadores. Em particular, os pacientes com Covid-19 eram 19 vezes mais propensos a desenvolver a síndrome do desconforto respiratório agudo, uma condição com risco de vida que enche os pulmões de fluido. Inflamação do coração, pneumonia, insuficiência hepática, choque, infecções da corrente sanguínea e sangramento dentro do cérebro estavam entre as outras complicações mais prováveis para Covid-19. Mesmo a internação hospitalar típica foi mais longa para os pacientes com Covid-19, levando quase três vezes mais tempo em média (8,6 dias contra 3 dias). Dos pacientes com Covid-19 que participaram do estudo, 21% morreram, em comparação com 3,8% dos pacientes com gripe – uma lacuna de mais de cinco vezes entre os dois. A taxa de mortalidade de Covid-19 foi semelhante entre os diferentes grupos raciais e étnicos, mas certas complicações eram mais comuns entre pacientes negros e hispânicos, como problemas renais e sepse. Essas disparidades fornecem "mais evidências de que grupos minoritários raciais e étnicos são desproporcionalmente afetados pelo Covid-19", escreveram os autores. As descobertas não são chocantes, dadas as mortes causadas pela pandemia até agora, sendo mais de 1,2 milhão no mundo, sendo que só nos EUA são 220 mil relatadas oficialmente. Esse número ainda crescente e provavelmente subestimado ultrapassa a média de 30.000 a 60.000 mortes estimadas em uma temporada de gripe típica, e superou o número de mortes nos Estados Unidos nas três pandemias anteriores vistas nos últimos 100 anos, todas causadas por um vírus da gripe. (É preciso olhar para trás, para a pandemia de gripe de 1918, que matou cerca de 675.000 americanos, para encontrar uma que seja mais mortal). Mas, em face da persistente desinformação, vinda até da Casa Branca, de que o Covid-19 não passa de uma gripe forte, este estudo é um lembrete preocupante de quão falso isso é. Tem havido alguns avanços positivos desde maio, quando a análise neste estudo terminou. Hospitais e médicos tornaram-se melhores no gerenciamento do atendimento aos pacientes e passaram a evitar intervenções intensivas como ventilação invasiva, por exemplo, enquanto os esteróides se tornaram o tratamento padrão para salvar vidas nos casos mais graves de Covid-19. Essas melhorias são modestas, mas provavelmente estão reduzindo as chances de qualquer pessoa no hospital desenvolver complicações sérias ou morrer de Covid-19 agora em comparação com o início. Por mais encorajador que isso seja, os EUA estão atualmente no meio de seu terceiro pico da pandemia, com novos casos diários e hospitalizações mais uma vez aumentando. Enquanto o vírus se espalhar sem impedimentos, muitas pessoas ficarão doentes o suficiente para precisar de um hospital. E, infelizmente, muitos continuarão a sofrer complicações graves e morrer. The post Estudo mostra que pacientes com Covid-19 têm cinco vezes mais chances de morrer que pacientes com gripe appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Essa ferramenta utiliza IA para substituir o céu em fotos e é capaz de alterar até os reflexos Posted: 21 Oct 2020 05:13 AM PDT ![]() Existem muitos motivos válidos para levantar preocupações sobre os recursos das ferramentas de edição de imagens com tecnologia de IA, mas se você é um viciado em pixels profissional, existem muitos motivos para estar animado com eles também, como o Skylum Software demonstra com seu novo software de edição de imagem, Luminar AI, que faz substituições automatizadas do céu tão detalhadas que até mesmo modificam reflexos. Antes da (virtual) Adobe MAX Creativity Conference que acontece esta semana, a empresa divulgou uma atualização de recursos para o Photoshop. Aproveitando a plataforma Sensei de aprendizado de máquina da Adobe, uma nova ferramenta Sky Replacement promete agilizar pelo menos uma tarefa com a qual os editores de fotografia profissionais ocasionalmente têm de lidar: substituir um céu entediante em uma imagem por um que adiciona mais drama ou melhor corresponde ao humor pretendido de uma foto. Como demonstrado em um breve vídeo de três minutos pelo gerente de produtos do Photoshop, Meredith Stotzner, a nova ferramenta de substituição Sky produz resultados impressionantes, além de ser um recurso fácil de usar, ajustando automaticamente as cores de uma foto para combinar as complexidades e sombreamento do céu sendo trocado. No entanto, uma área de preocupação na demonstração foi a capacidade da nova ferramenta de garantir que as áreas de uma foto que refletem o céu, como janelas ou a superfície de um lago, também sejam atualizadas com precisão para que novas adições ao céu, como nuvens, sejam refletidas com precisão. Estamos curiosos para ver como o novo recurso do Adobe Sensei funcionará assim que for oficialmente introduzido no conjunto de ferramentas do Photoshop, mas o Skylum Software parece ter uma ferramenta de substituição automatizada do céu que já supera o que a Adobe divulgou. Um ano atrás, a Skylum Software introduziu pela primeira vez uma ferramenta de substituição do céu alimentada por IA que simplificou o processo de edição para quase um clique, que trocava os céus e corrigia a cor da imagem de forma adequada, mas também não tinha a capacidade de levar em consideração áreas muito reflexivas em uma foto. Para 2021, junto com seu novo editor de fotos chamado Luminar AI, o Skylum Software está introduzindo uma nova ferramenta chamada Sky AI que leva as substituições automatizadas do céu para o próximo nível. Fazer uma substituição adequada do céu manualmente é um processo demorado, particularmente quando reflexos pitorescos estão envolvidos, já que o novo céu tem que ser essencialmente trocado duas vezes, com uma segunda versão espelhada e distorcida na superfície da água. O Sky AI não apenas descobre onde os reflexos precisam estar, mas o faz automaticamente, preservando detalhes como objetos afundados na água ou coisas flutuando no topo, como uma família de patos, além de todas as correções de cor necessárias para combinar com todas as outras coisa na imagem de acordo com os tons do céu recentemente modificado. Todas as ferramentas automatizadas de edição de imagens funcionam perfeitamente em demonstrações; resta ver como o Sky AI e o Luminar AI se saem bem nas fotos do dia a dia. Mas, quase semanalmente, estamos vendo esses tipos de ferramentas de edição de imagens com tecnologia de IA ficarem cada vez melhores, e a natureza de como são criadas significa que quanto mais imagens processam, melhor elas realmente se saem em suas tarefas específicas. Alguns profissionais podem argumentar que automatizar estas tarefas minimiza a arte e o ofício da fotografia, mas a transição digital de cores e as ferramentas de edição de imagem à sua disposição agora, mesmo sem a ajuda da inteligência artificial, supera em muito o que os fotógrafos tinham acesso a até uma década atrás. Certamente, há um argumento a ser feito sobre criatividade, ou a falta dela, quando uma ferramenta alimentada por IA faz todo o trabalho para você, mas até que essa seja a norma, é difícil reclamar de ferramentas como essas simplesmente simplificando um fluxo de trabalho árduo. The post Essa ferramenta utiliza IA para substituir o céu em fotos e é capaz de alterar até os reflexos appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Como é usar os alto-falantes inteligentes Echo da Amazon na prática Posted: 21 Oct 2020 04:26 AM PDT ![]() Faz relativamente pouco tempo que os alto-falantes inteligentes chegaram ao Brasil. Os primeiros modelos com suporte a Google Assistente deram as caras por aqui em 2019, sendo seguidos pela linha Echo da Amazon e por um Nest Mini do Google. Os produtos encontraram um mercado a ser desbravado — afinal de contas, não é todo mundo que tem lâmpadas inteligentes, câmeras de segurança, fechaduras conectadas ou outros desses itens que ainda parecem futurísticos demais para serem de verdade. Além disso, há muitas dúvidas sobre a real utilidade dos produtos — você já deve ter se perguntado se precisa mesmo de um assistente inteligente além do que já tem no smartphone. Como se não bastasse, os alto-falantes inteligentes deixam quem está preocupado com a privacidade de cabelo em pé. Por isso, nós do Gizmodo Brasil fizemos um teste meio diferente com os Amazon Echo: em vez de tentar explorar a fundo o que os produtos oferecem, instalamos os aparelhos em nossas casas e tentamos ver o que eles agregam no dia a dia. Serve de despertador? É bom para tocar música? Os modelos que têm tela oferecem algum diferencial? Abaixo, você lê nossos depoimentos depois de usar os dispositivos. Guilherme Tagiaroli
O primeiro dispositivo Echo que eu mexi foi um Echo Dot e, confesso, que usava muito pouco, seja por não ter itens de casa inteligente ou por frustração. Lembro-me que na estreia, o saudoso jogo Show do Milhão estava disponível na Alexa e, às vezes, o jogo travava — eu falava a alternativa que estava correta, mas, ele não ia adiante; ou eu pedia para sair do jogo, e nada. Em outras ocasiões, a Alexa não entendia o nome do cantor que eu queria ouvir. Confesso que essas frustrações, fizeram eu deixar o aparelho de lado — após alguns meses voltei e a qualidade tinha melhorado muito.
Com a melhoria nos comandos de voz, passei a ouvir com frequência minhas playlists do Spotify enquanto trabalhava. Apesar de ser pequena, a caixinha é bem potente. O alto-falante de 1,6″ executa um ótimo trabalho ao irradiar música do Echo Dot, ainda mais em ambientes pequenos. Vale ressaltar que o alto-falante inteligente oferece suporte ao Spotify. Então, você não precisa necessariamente executar um comando de voz para tocar algo na caixinha. No próprio app (tanto o móvel como o para computador), há uma opção para que a música, por exemplo, saia diretamente no Echo Dot em vez do alto-falante do seu computador ou celular. Existe ainda a possibilidade de simplesmente conectar um cabo P2 (saída de áudio de 3,5 mm) na traseira do Echo Dot e ouvir música do tocador que você quiser. Fora música, utilizei bastante para fazer perguntas sobre previsão do tempo (“vai chover hoje?”, “como vai estar o tempo no fim de semana?”), para lembretes (“me lembre que tenho reunião às 11h”) ou perguntas sobre fuso horário (“que horas são agora em Londres?”). Lógico, eu poderia dar um Google, mas na maioria das vezes essas ações eram feitas enquanto realizava algo no computador. Então, um comando de voz simples resolvia. Uma peculiaridade do Echo Dot é que ele funciona conectado à internet, mas para despertador a Alexa funciona tranquilamente sem conexão. Explico: o roteador de internet fica no meu quarto e sempre o desligo para dormir. Então, um dia pedi para a assistente da Amazon me acordar e desliguei o carnaval de luzes que me conecta à rede. No dia seguinte, o Echo Dot estava lá tocando para me acordar. Ainda que não tenha usado a funcionalidade, alguns amigos donos de Echo Dot me disseram que usavam o aparelho para tocar sons relaxantes à noite para ajudar a dormir. Fica aí a dica para quem fica rolando na cama por muito tempo antes de adormecer. [produto_amazon1]
O início do uso do Echo Show 5 em casa coincidiu com a instalação de uma lâmpada inteligente Positivo que coloquei no meu quarto. Então, passei um bom tempo pedindo para a Alexa desligar/ligar a luz ou reduzindo o brilho. Por ter uma câmera, ele possibilita fazer chamadas de voz e vídeo entre usuários Echo — como não conheço muita gente com o aparelhos Echo, confesso que fiz só uma, com o Giovanni, e foi tranquilo: a câmera HD de 1 MP tem boa qualidade e a captação do som estava ótima. Para quem tem um sistema de câmera em casa também pode usar o Echo Show 5 para verificar quem está na porta e autorizar a entrada. Eu diria que a tela touchscreen de 5,5 polegadas tem um papel importante neste dispositivo, pois ajuda no didatismo para utilizá-lo. Além de mostrar a hora, fornece dados detalhados de previsão do tempo e fica exibindo sugestões de comandos. Em casa, até minha mãe, que não é muito tecnológica, se sentiu motivada a usar a assistente e testar novos comandos.
Tive problemas com apps que travavam, no caso usando a skill da Galinha Pintadinha, o grande sossega-leão para crianças do século 21. Após ouvir uma seleção de músicas, o app pergunta o que você quer a seguir; eu só queria sair do app, mas aparecia repetidamente uma mensagem de erro. Tive que desligar e ligar para voltar ao normal.
O som do Echo Show 5 é bem alto, proporcionado pelo alto-falante de 4W, mas não tem tanta textura: os graves e médios eram bem monótonos. [produto_amazon2]
O destaque do Echo Studio fica por conta da qualidade do som. Após anos ouvindo música majoritariamente em fones de ouvido, me surpreendi ao usar um sistema potente com grande riqueza de detalhes. Com ele é possível usar o recurso "todo o lugar" que, como o nome sugere, possibilita ouvir o mesmo som unificado em diferentes aparelhos Echo espalhados pela casa. Para você ter uma noção do que está escondido por trás da “caixa”, eis o detalhamento:
Fora a questão de ouvir música com boa definição, talvez o que eu tenha mais usado no Echo Studio foi a definição de lembretes e alarmes. "Alexa, me lembrar que tenho reunião às 15h" ou "Alexa, me lembrar de tirar as roupas do varal às 16h". Se você tem uma sala grande, talvez seja a melhor opção dentre os dispositivos. [produto_amazon3] Alessandro Feitosa Jr.
Particularmente ainda não sou um grande fã dos alto-falantes inteligentes, principalmente pela paranoia. Saber que um dispositivo na sua casa está pronto para ouvir comandos de voz é esquisito, ainda que nossos smartphones sejam ferramentas ainda mais bisbilhoteiras. Talvez isso mude um dia, porque a gente vai se acostumando com a presença dessas tecnologias. Além disso, aparelhinhos como o Echo Dot ainda não fazem tanto sentido para mim porque não tenho uma casa conectada. Para quem gosta de ideia dos comandos por voz, é interessante investir em luzes conectadas, Smart TVs, tomadas com Wi-Fi e todo essa aparelhagem de internet das coisas. Aos poucos soluções têm chegado ao Brasil e com o tempo devem ficar um pouco mais baratos. Sempre rola um fator novidade quando você instala uma Alexa em sua casa e rende umas risadas mostrando funcionalidades esquisitas, como o modo de sussurrar ou as piadas horríveis que a assistente conta. Eu usei a versão com relógio do Echo Dot, que é uma adição muito bem-vinda – não é o tipo de dispositivo que você irá usar com tanta frequência, então o display com a hora faz parecer que o negócio tem mais serventia, além de ser bonitinho.
Passado esse período de brincar com opções engraçadinhas, a Alexa foi bastante útil para definir alarmes, ouvir podcasts de notícias e receber uma curiosidade pela manhã – é só dar bom dia para a assistente que ela traz uma informação inusitada, como te lembrar do Dia do Ovni e que há 35 anos estreava De Volta para o Futuro. Outra funcionalidade que foi bastante usada por aqui foram os avisos. Pelo app da Alexa é possível escrever uma mensagem que é reproduzida no Echo Dot – útil para avisar que o almoço está servido, por exemplo. Apesar de compacto, o Echo Dot manda bem no som, não só pelo volume da música mas pela qualidade do áudio em si. A maior parte do tempo passei ouvindo música pelo dispositivo. O aparelhinho também serve para se divertir com alguns jogos, como o Akinator e o Desafio 3% – é bacana para passar o tempo com a família. Giovanni Santa Rosa
Confesso que nunca entendi direito qual a utilidade de um alto-falante inteligente — eu mal uso o "Ok Google" no meu celular, então um aparelho só com esse recurso me parecia completamente desnecessário. Depois de uns meses após ter colocado um Echo Show 8 no meu quarto, eu encontrei algumas utilidades, ao menos. Como é um aparelho com tela, ele pode exibir algumas informações sem precisar ficar falando. O meu fica alternando entre relógio, previsão do tempo e compromissos da agenda. É bem útil dar uma olhada e saber se vai esfriar ou esquentar sem precisar ficar procurando na internet ou perguntando. De dia, eu configurei para mostrar imagens de diversos locais do mundo, o que é bem bonito. À noite, a tela pode ficar toda escura e mostrar só um relógio. Particularmente, eu não gosto pois isso já é suficiente para ficar claridade no quarto, e eu prefiro dormir com o mínimo de luz possível, então configurei o Echo para desligar a tela quando inativo.
O display também notifica quando uma compra da Amazon foi entregue, o que me pareceu desnecessário, já que eu moro em casa e quase sempre sou eu que atendo os entregadores. Talvez seja mais útil para quem more em apartamento para saber se tem alguma coisa esperando na portaria. Acho que esse recurso faz mais sentido nos EUA, onde os entregadores da Amazon deixam as caixas na porta das casas. Também dá para colocar lembretes de um jeito bem simples: só dizer "Alexa, me lembre de tal coisa à tal hora" ou "daqui a tanto tempo" que o aparelhinho anota e lembra. Eu uso pouco esse recurso: eu prefiro anotar lembretes no Todoist, que já concentra minhas tarefas, e a Alexa ainda não tem uma skill para ele — deve ter uma gambiarra no IFTTT, mas eu ainda não peguei um tempo para explorar essa conexão. Colocar música para tocar é outra utilidade que esbarra nos serviços que já uso. Eu assino o Tidal, e não os streamings a que a Alexa oferece suporte atualmente no Brasil — Spotify, Deezer, Apple Music e Napster. Como eu assino o Amazon Prime, eu tenho acesso ao Amazon Music com acervo limitado, então consigo ouvir uma ou outra coisa — quando eu pedi para tocar o Blonde do Frank Ocean, por exemplo, a Alexa começou a tocar outro disco porque ele não está incluído na biblioteca do plano.
Aliás, ao contrário do que acontece com o Google Assistente, a Alexa reconhece muito bem quando você pede para tocar alguma coisa em inglês. Acho que a Amazon fez um bom trabalho para melhorar o reconhecimento do inglês com sotaque brasileiro e me fez adiar umas aulinhas de conversação. Uma forma de contornar isso é que o Echo Show 8 também aceita conexões Bluetooth. Não é a mesma coisa que um suporte nativo, mas você consegue colocar músicas como se fosse em uma caixinha, e o som é muito bom. Por falar em música, aliás, é bom saber que o Echo Show 8 vem com Firefox e o navegador Silk embarcados, então dá para abrir o YouTube por lá e deixar um vídeo rolando. Isso é bem legal com as lives que vários artistas e bandas vêm fazendo. Eu tentei abrir também o Netflix e o ESPN Watch, mas ambos pedem para você baixar o aplicativo para Android por estar usando um navegador móvel, e não há como forçar o modo desktop. Por outro lado, você consegue usar o Prime Video com muita facilidade: é literalmente só pedir para Alexa o que você quer ver e o filme ou a série começa a tocar! Eu não usei muito porque acho besteira usar uma telinha de 8 polegadas para isso sendo que eu posso usar meu notebook, mas é bom saber que você tem essa opção. As maiores utilidades que encontrei para o Echo Show 8 foram mesmo despertador e controle de casa inteligente. Para despertador, os comandos de voz funcionam com muita facilidade, e tem até um recurso de ligar a tela uns minutos antes do horário para simular um nascer do sol como forma de ir ajudando você a acordar. Eu ganhei uma lâmpada inteligente no ano passado, mas ela perdeu a graça logo: não é nem um pouco legal ter que ficar desbloqueando celular e mandando um comando de voz para desligar e ligar a luz sendo que eu posso fazer isso com muito mais facilidade usando o bom e velho interruptor. Mesmo com o Echo no meu quarto eu continuo desligando e ligando a luz no botão em grande parte do tempo, mas a Alexa me deu algumas possibilidades interessantes com as rotinas. Eu programei a lâmpada para ligar quando eu dispenso o alarme do Echo — assim, fica mais fácil sair da cama e não perder a hora para começar a trabalhar. Eu cheguei a incrementar essa rotina com mais recursos, como ouvir notícias ao dispensar o alarme — ele toca um resumão da CBN — mas comecei a ficar irritado e desativei antes que acabasse jogando o aparelho pela janela. Também uso o comando de voz para desligar a luz quando me deito — facilita bastante se você quer ler alguma coisa na cama e não precisar levantar para apagar a luz. Infelizmente, às vezes a conexão falha e você tem que desligar e ligar a lâmpada para ela voltar a funcionar. (Reiniciar lâmpada, que conceito!) E também programei a lâmpada para diminuir a luminosidade depois de certo horário, como forma de me ajudar a parar de trabalhar, pois tenho problemas de dividir tempo de trabalho e tempo livre no home office. [produto_amazon4] O Gizmodo Brasil pode ganhar comissão sobre as vendas. Os preços são obtidos automaticamente por meio de uma API e podem estar defasados em relação à Amazon.The post Como é usar os alto-falantes inteligentes Echo da Amazon na prática appeared first on Gizmodo Brasil. |
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Parece espumar igual leite de verdade. Captura de tela: Impossible Foods




Quando Alexa é acionada, luz do Echo Dot indica de onde vem a voz de quem acionou o comando. Crédito: Alessandro Feitosa Jr./Gizmodo Brasil
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Não custa lembrar que o Echo Show 5 tem uma entrada p2 e só funciona se estiver conectado a uma tomada. Crédito: Alessandro Feitosa Jr./Gizmodo Brasil
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