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- Apple estaria com problemas para diminuir novos AirPods, que devem chegar em 2021
- Facebook começa a liberar Gaming, seu serviço de streaming de jogos, para desktop e Android
- Pesquisadores criam teste de 30 segundos para detectar Covid-19 pelo catarro
- Galaxy Z Fold 2 chega ao Brasil por R$ 13.999, com relógio e fones sem fio de brinde
- Facebook usará ferramentas de intervenção para possível caos eleitoral em países “em risco”
- NASA anuncia que descobriu água congelada na superfície lunar
- Cientistas dos EUA destroem ninho de vespas assassinas, que representam grande perigo às abelhas
- Pegadas fósseis sugerem que uma criança e um mamute estiveram na mesma área no Novo México
- Vacina de Oxford contra COVID-19 gera forte resposta imune em idosos e adultos, diz empresa
- Facebook deve ser a próxima empresa processada por práticas anticompetitivas nos EUA
- A desvantagem de convenientemente se conectar com o Google, Facebook, Twitter ou Apple em sites e apps
| Apple estaria com problemas para diminuir novos AirPods, que devem chegar em 2021 Posted: 26 Oct 2020 03:48 PM PDT ![]() Um novo rumor sugere que a Apple estaria trabalhando em atualizações tanto para os AirPods clássicos, que atualmente estão em sua segunda geração, quanto para os AirPods Pro, que ganhariam agora sua segunda versão. De acordo com Mark Gurman, que tem um histórico confiável de vazamentos sobre a Apple, os AirPods de terceira geração copiariam alguns recursos de design dos atuais AirPods Pro. Ou seja, ele teria uma haste mais curta e pontinhas substituíveis. A Apple também está supostamente trabalhando para melhorar a duração da bateria. Contudo, funções mais avançadas, como o cancelamento ativo de ruído, não devem chegar aos fones básicos. Já na versão Pro, a Apple deve adotar um novo design e remover completamente a haste vertical. Em seu lugar, a Bloomberg diz que seria uma "forma mais arredondada que preenche mais a orelha do usuário” e que se assemelha aos fones de ouvido recentes da Samsung, Amazon e Google. Gurman também observa que AirPods Pro mais compactos e sem hastes podem não acontecer, já que a Apple está tendo dificuldade para encaixar todos os componentes para cancelamento de ruído, antenas sem fio e microfones em um formato menor. Tanto os AirPods de terceira geração quanto os AirPods Pro de segunda geração também podem ter "novos chips sem fio" — possivelmente o mesmo U1 usado no Apple Watch Series 6 e no iPhone 11. Quanto aos rumores dos AirPods Studio, que deve mesmo ser fones de ouvido intra-auriculares, a Bloomberg não divulgou nada além do que já vem sendo falado. Apesar das especulações de que poderíamos vê-los no evento do iPhone 12 no início deste mês, os fones de ouvido não foram revelados. Jon Prosser, outro vazador que às vezes acerta sobre boatos envolvendo a Apple, afirmou no início deste mês que os AirPods Studio encontraram um obstáculo na fabricação, algo que o relatório de Gurman parece reforçar. Aparentemente, a Apple teve alguns problemas de produção com a haste que vai em cima da cabeça, que era “muito apertada em alguns testes”. A Bloomberg observa que isso significa que o produto final pode acabar sem a faixa de cabeça modular e sem os controles por toque, mas ainda podem contar com almofadas intercambiáveis. Só lembrando que, no início de outubro, a Apple removeu de sua loja todos os fones de ouvido que não eram AirPods ou parte de sua linha de produtos Beats — uma possível indicação de que algo novo está a caminho. Há uma boa chance dos supostos AirPods Studio fazerem sua estreia em novembro, quando a Apple deve anunciar os primeiros computadores equipados com ARM. Sobre um possível lançamento, há rumores de que os AirPods de terceira geração começam a ser vendidos no primeiro semestre de 2021. Não está claro se este também é o cronograma para os novos AirPods Pro, especialmente se houver problemas na fabricação do dispositivo. De qualquer forma, parece que os gadgets vestíveis, incluindo fones de ouvido, já respondem por uma parte significativa nos resultados financeiros da Apple. A Bloomberg observa que a divisão de Vestíveis, Casa e Acessórios — que inclui os AirPods — gerou sozinha US$ 6,5 bilhões em receita durante o último trimestre, um aumento de 70% em relação ao mesmo período em 2018. Além dos rumores quanto aos AirPods, Gurman destaca que a Apple estaria cogitando lançar um HomePod intermediário que se encaixa em algum lugar entre o recém-anunciado HomePod Mini de US$ 100 e o HomePod regular. Isso seria interessante, já que a Apple trouxe algumas novas atualizações de software de home theater para o HomePod maior, incluindo suporte para Dolby Atmos através da Apple TV, bem como áudio de 5.1 e 7.1 canais. The post Apple estaria com problemas para diminuir novos AirPods, que devem chegar em 2021 appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Facebook começa a liberar Gaming, seu serviço de streaming de jogos, para desktop e Android Posted: 26 Oct 2020 01:38 PM PDT ![]() O Facebook anunciou nesta segunda-feira (26) o lançamento de uma série de jogos por streaming na nuvem que podem ser acessados pelo aplicativo da rede social no Android e no próprio navegador. A iniciativa faz parte do Facebook Gaming, a nova divisão de games da empresa. De acordo com o comunicado do Facebook, cerca de 200 mil pessoas jogam na plataforma via streaming semanalmente. Por enquanto, a promessa é que os jogos continuem sendo gratuitos – por isso, a maioria do catálogo conta com jogos para dispositivos móveis. A ideia, no entanto, é aprimorar com o tempo para que a empresa possa cobrar pela qualidade do conteúdo oferecido. Além de manter os jogos gratuitos, uma das ressalvas feitas é que os usuários poderão continuar acessando os games na guia Jogos ou no Feed de Notícias. O único local em que o Facebook Gaming não estará disponível é no iOS devido à política de jogos na nuvem da Apple. A própria Microsoft parece ter se cansado de bater de frente com a empresa e encontrou uma forma de driblar as regras. Os primeiros jogos a estrearem em versão beta na plataforma incluem: Asphalt 9: Legends, da Gameloft; Mobile Legends: Adventure, da Moonton; PGA TOUR Golf Shootout, da Concrete Software, Inc.; e Solitaire: Arthur's Tale, da Qublix Games. Dirt Bike Unchained, da Red Bull, deve chegar nas próximas semanas. Um ponto interessante do comunicado é a afirmação do Facebook de que "não vamos prometer demais e entregar menos". A empresa explica que a decisão de iniciar com jogos tolerantes à latência tem como objetivo oferecer uma boa experiência em diferentes dispositivos. Segundo a publicação no blog, a ideia é coletar periodicamente o feedback dos usuários para aprimorar a plataforma. A variedade de gêneros de jogos também deve aumentar conforme as versões beta forem evoluindo. O Facebook planeja adicionais mais jogos de ação e aventura já no início de 2021 e já adianta que eles terão compras no aplicativo e anúncios, dependendo do formato do jogo e do desenvolvedor. De acordo com a CNBC, o Facebook irá reter 30% da receita de compras feitas dentro dos jogos em nuvem. Outra novidade do Facebook Gaming é a possibilidade de criar um nome e avatar para os jogos, evitando utilizar o nome real e foto de perfil da rede social. Esses apelidos, no entanto, não substituirão os nomes no Facebook, sendo utilizados apenas nos jogos. Para quem costuma se irritar com os anúncios, o Facebook também está incluindo anúncios jogáveis para amenizar essa quebra na experiência do usuário durante uma partida. Segundo o comunicado, esse formato envolve menos custos e tempo para os desenvolvedores, além de permitir que os jogadores tenham uma "noção melhor do jogo antes de investirem dinheiro, tempo de download ou espaço de armazenamento". Por enquanto, o Facebook Gaming só estará disponível em algumas regiões dos Estados Unidos, sem previsão para o lançamentos em outros países. The post Facebook começa a liberar Gaming, seu serviço de streaming de jogos, para desktop e Android appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Pesquisadores criam teste de 30 segundos para detectar Covid-19 pelo catarro Posted: 26 Oct 2020 01:10 PM PDT ![]() A ciência está avançando rapidamente para responder à nova pandemia de coronavírus. Nos últimos meses, pesquisadores desenvolveram testes para detectar a Covid-19, doença causada pelo vírus, por meio de diferentes substâncias, como a saliva. Agora, aparentemente há outra substância que pode nos dizer se alguém tem Covid-19, como escarro, comumente conhecido como catarro. Pesquisadores da Universidade de Teerã desenvolveram um teste que eles dizem ser capaz de detectar o vírus no catarro. O teste usa um sistema de diagnóstico eletroquímico, também desenvolvido pelos pesquisadores, para detectar espécies reativas de oxigênio – moléculas instáveis que contêm oxigênio e cujo acúmulo pode danificar RNA, DNA e proteínas e causar morte celular – produzidas pela inflamação respiratória. O sistema é denominado Detector ROS em Amostra de Escarro. Em uma entrevista recente ao IEEE Spectrum, Mohammad Abdolahad, professor associado da Faculdade de Engenharia da Universidade de Teerã, disse que atualmente não há métodos de teste amplamente disponíveis, confiáveis e rápidos para o vírus, que ele considera uma ferramenta crucial para impedir sua propagação. Os resultados dos testes moleculares, considerados altamente precisos pela Food and Drug Administration (FDA), agência de saúde dos EUA, podem demorar um dia ou até uma semana. Os testes de antígenos, também conhecidos como testes rápidos, oferecem resultados em uma hora ou menos, mas não são tão precisos. (A FDA diz que os resultados negativos podem precisar ser confirmados com um teste molecular). Abdolahad liderou uma equipe de candidatos de graduação e pós-doutorado da universidade no desenvolvimento do teste e do sistema. "Consequentemente, desenvolvemos um método rápido para rastrear a inflamação respiratória [em] tempo real", disse Abdolahad à agência. "O teste também pode ajudar a informar os médicos se o paciente tem uma chance maior de contrair COVID-19. As doenças respiratórias podem tornar um paciente imunorresistente e, ao ser diagnosticado, o paciente agora sabe que precisa tomar medidas adicionais para se proteger contra o coronavírus". Para fazer o teste, a pessoa deve tossir para gerar catarro. Embora possa parecer fácil – principalmente quando você está resfriado -, é mais complicado do que parece. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, para produzir uma boa amostra de catarro, primeiro você deve respirar profundamente algumas vezes enquanto pressiona levemente a mão sobre o estômago. Quando você tossir, o CDC diz que você deve estar inspirando tão profundamente a ponto de sentí-lo no estômago. Em seguida, você enxágue a boca com água e cospe (não queremos bactérias da boca na amostra). Depois de cuspir, é hora de colocar a mão sobre o estômago e tossir novamente, profundamente, no provedor de recipientes. Segundo Abdolahad, neste caso o contêiner é um tubo de laboratório. Cada tubo individual é testado usando uma sonda com um sensor descartável, feito com nanotubos de carbono de várias paredes, que é conectado a um monitor integrado, disse ele ao IEEE Spectrum. O sensor é calibrado de acordo com a presença e gravidade de Covid-19 em pacientes. Os resultados são exibidos no monitor em 30 segundos. Calibrar o sensor para correlacionar com a presença e gravidade de Covid-19 foi um dos primeiros desafios que os pesquisadores enfrentaram, disse Abdolahad. Para entender as diferenças entre Covid-19 e outras doenças respiratórias, os pesquisadores testaram mais de 100 pessoas. "Descobrimos que em algumas doenças respiratórias, como asma e pneumonia aguda, há aumento das ROS. A gripe sazonal, por outro lado, induz uma redução nos níveis de ROS [no] sistema imunológico e suprime certa depuração bacteriana", disse Abdolahad. O sistema ROS Detector in Sputum Sample está sendo usado em quatro hospitais como uma ferramenta complementar não invasiva em tempo real para outros ensaios clínicos observacionais, de acordo com o IEEE Spectrum. Ele recebeu um certificado temporário da Administração Iraniana de Alimentos e Medicamentos, que permite aos pesquisadores vender sua tecnologia a centros médicos. Os pesquisadores também solicitaram uma patente nos Estados Unidos, mas ainda não receberam notícias sobre o pedido, informou o veículo. The post Pesquisadores criam teste de 30 segundos para detectar Covid-19 pelo catarro appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Galaxy Z Fold 2 chega ao Brasil por R$ 13.999, com relógio e fones sem fio de brinde Posted: 26 Oct 2020 12:17 PM PDT ![]() A Samsung já tinha confirmado que lançaria o Galaxy Z Fold 2 no Brasil. E nesta segunda-feira (26) a empresa divulgou o preço oficial do aparelho: R$ 13.999, nas cores preta (Mystic Black) e bronze (Mystic Bronze). A pré-venda tem início hoje e vai até o dia 12 de novembro. Quem optar no pagamento à vista ganha um desconto de 10%, que reduz o preço para R$ 12.599,10. Acho que ninguém mais poderia ficar surpreso com o valor elevado, principalmente por se tratar de um dos pouquíssimos dispositivos com tela dobrável e suporte ao 5G. O próprio Galaxy Fold original chegou ao País custando R$ 12.999, no início deste ano.
O que me espantou são os brindes para quem comprar o smartphone, e isso inclui um Galaxy Watch 3 e os fones de ouvido Galaxy Buds Live. Ambos foram lançados agora em 2020. Fazendo alguns cálculos, no site da Samsung, o smartwatch e os fones são vendidos a R$ 3.000 e R$ 900, o que significa que, nesse "combo", o Z Fold 2 sai por R$ 10.099. Ainda é muito dinheiro, mas os brindes com certeza deve ser um atrativo a mais para quem estiver disposto a gastar. Outro benefício oferecido pela Samsung é o Galaxy Z Premier Service, um serviço de atendimento via chat ou telefone com especialistas disponíveis 24 horas por dia, sete dias na semana. Os donos do Z Fold 2 poderão recorrer a eventuais consertos, e a Samsung busca o aparelho na casa do usuário, devolvendo o dispositivo no mesmo local quando o problema for resolvido.
Por fim, quem adquirir um Z Fold 2 ganhará um ano do Samsung Care+, que funciona como um seguro para o smartphone. No entanto, ele só vale para o reparo de tela, e tem cobertura única. Ou seja, se quebrar ou danificar algum dos displays do produto por uma segunda vez, aí você terá de pagar o reparo do próprio bolso. A venda oficial do Galaxy Z Fold 2 começa em 13 de novembro. Lembrando que o produto tem fabricação nacional, na fábrica da companhia em Campinas (SP). Galaxy Z Fold 2 – Ficha técnica:
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| Facebook usará ferramentas de intervenção para possível caos eleitoral em países “em risco” Posted: 26 Oct 2020 11:09 AM PDT ![]() Na tentativa de barrar as centenas de campanhas online de desinformação que têm acontecido nas semanas que antecedem a eleição presidencial estadunidense, o Facebook diz que está se preparando para usar um conjunto de ferramentas de moderação de postagens. Esse mesmo mecanismo, que a rede social costuma utilizar em locais classificados como "em risco", já teria sido implantado no Sri Lanka e em Mianmar, disseram pessoas familiarizadas com o assunto ao Wall Street Journal. De acordo com o WSJ, essas medidas incluem "uma desaceleração generalizada da disseminação de posts conforme estes começam a se tornar virais" e também “ajustes no feed de notícias para alterar os tipos de conteúdo visualizados pelos usuários". O Facebook também pode diminuir o limite para o tipo de conteúdo que seus sistemas de moderação sinalizam como problemático. Pessoas que conhecem o planejamento da companhia disseram que os chefes da empresa só usam essas ferramentas extremas em última instância, e que serão aplicadas no caso de violência relacionada às eleições ou outras circunstâncias terríveis. Alguns funcionários também se mostraram preocupados com as medidas, uma vez que poderiam suprimir discussões políticas legítimas e conteúdo viral de real importância. O Facebook desenvolveu um pacote de ações de intervenção depois de enfrentar críticas generalizadas por lidar com o discurso de ódio violento contra os muçulmanos Rohingya em Mianmar. Em 2014, ativistas de direitos humanos imploraram ao Facebook para reprimir rumores inflamados e apelos à violência contra a minoria da população Rohingya. Após anos de violência, êxodo em massa e milhares de mortes, a rede social admitiu em 2018 que demorou para agir e não "estava fazendo o suficiente para ajudar a impedir que nossa plataforma fosse usada para fomentar a divisão e incitar a violência offline". A empresa se comprometeu a se preparar melhor para crises futuras e prontamente baniu várias figuras importantes que foram apontadas pelas Nações Unidas como cúmplices do genocídio. "Passamos anos construindo eleições mais seguras. Aplicamos lições de eleições anteriores, contratamos especialistas e construímos novas equipes com experiência em diferentes áreas para nos prepararmos para vários cenários", disse Andy Stone, porta-voz do Facebook. Em setembro, Mark Zuckerberg admitiu que a eleição presidencial de novembro não será a mesma se comparada a eleições de anos anteriores, e disse que estava “preocupado com o fato de que nossa nação está tão dividida e os resultados das eleições levando dias ou até semanas para serem finalizados". Segundo o CEO da rede social, as eleições podem aumentar o risco de protestos civis em todo o território dos Estados Unidos. Para tentar evitar que isso aconteça, o Facebook anunciou no mês passado que não aceitaria novas inscrições de anúncios políticos uma semana antes do dia das eleições, e que planeja proibir quaisquer publicidades dessa natureza assim que a votação for encerrada. A empresa também disse que irá rotular declarações prematuras de vitória de qualquer um dos candidatos e incluir “informações específicas que a contagem ainda está em andamento e nenhum vencedor foi determinado". O vice-presidente de assuntos e comunicações globais do Facebook, Nick Clegg, disse recentemente que, até o momento, a empresa rejeitou 2,2 milhões de anúncios e retirou 120.000 postagens no Facebook e Instagram que tentavam “obstruir a votação” na eleição presidencial de 2020. Mesmo com toda essa conversa sobre como preservar a integridade eleitoral, deve-se notar que o Facebook teve uma resposta bastante morna (quase nula) às mensagens inflamadas do presidente Donald Trump até agora. A plataforma não removeu um post em que Trump essencialmente defendia a fraude eleitoral; ele disse a seus partidários para votarem por correio e pessoalmente se não pudessem confirmar se suas cédulas foram contadas, o que seria quase impossível, já que, em muitos estados, os funcionários não fazem a contagem pelo correio antes das urnas. O Facebook também se recusou a remover uma outra postagem em que Trump pedia às autoridades que abrissem fogo contra os manifestantes que protestavam contra a brutalidade policial em Minneapolis, dizendo que “quando o saque começa, o tiroteio começa". Quem mora nos EUA, é melhor se preparar para o que está por vir. The post Facebook usará ferramentas de intervenção para possível caos eleitoral em países “em risco” appeared first on Gizmodo Brasil. |
| NASA anuncia que descobriu água congelada na superfície lunar Posted: 26 Oct 2020 09:34 AM PDT ![]() A NASA prometeu algumas notícias importantes sobre a Lua para esta segunda-feira (26), e temos o prazer de informar que a agência espacial correspondeu às expectativas. A descoberta tem relação com a presença de água congelada na superfície lunar. Uma nova pesquisa, além de fornecer a melhor evidência até o momento de gelo de água na Lua, sugere que este valioso recurso está espalhado pela superfície do satélite, inclusive em áreas expostas à luz solar direta e em pequenos bolsões que ficam permanentemente na sombra. Dois artigos publicados nesta segunda-feira (26) na Nature Astronomy estão redefinindo o que sabemos sobre a Lua e sua capacidade de armazenar um recurso natural precioso: a água. Os cientistas há muito suspeitam da existência de água congelada na Lua, principalmente nos polos, mas a nova pesquisa fornece a evidência mais definitiva até agora, devido à detecção de moléculas reais de água na superfície lunar. A nova pesquisa também identifica uma série de bolsões sombrios, conhecidos como "alçapões frios", em que grande parte dessa água congelada pode estar escondida. A existência de gelo de água na Lua é significativa de uma perspectiva puramente científica, mas também é importante em termos de como influenciará as próximas missões à superfície lunar. Um objetivo importante para as próximas missões Artemis da NASA será coletar e recuperar o gelo nas regiões do polo sul, o que agora parece mais possível do que nunca. Além do mais, a aparente abundância de água na Lua significa que ela pode ser obtida localmente, o que é uma excelente notícia para futuros exploradores ou colonizadores. Anteriormente, a detecção de manchas brilhantes no polo sul lunar sugeria essa possibilidade. Dados de um radar da NASA conectado à espaçonave Chandrayaan-1, da Índia, sugeriram o mesmo, revelando dezenas de pequenas crateras que pareciam estar cheias de água congelada. E em 2016, traços residuais de gelo foram considerados evidências do eixo de inclinação da Lua. No entanto, apesar dessas e de outras descobertas tentadoras, a prova real das moléculas de água na Lua foi limitada a assinaturas espectrais encontradas em 3 mícrons. Isso é um problema, porque, neste comprimento de onda, os cientistas não conseguem distinguir água de minerais ligados à hidroxila (composta por um átomo de oxigênio ligado a um de hidrogênio). Para superar essa limitação, os cientistas fizeram novas medições da superfície lunar do Observatório Estratosférico para Astronomia Infravermelha (SOFIA, na sigla em inglês) — um Boeing 747 jumbo modificado que voa alto e é equipado com um telescópio de 2,74 metros. Com o SOFIA, os pesquisadores detectaram uma assinatura espectral de água de 6 mícrons, que não é compartilhada com outros grupos hidroxila. Esta assinatura de água foi observada nas altas latitudes ao sul, em quantidades que variam entre 100 e 400 partes por milhão. Para colocar em perspectiva, é o equivalente a uma garrafa de 350 ml de água dispersa por um metro cúbico de solo espalhada em uma camada fina ao longo da superfície lunar, segundo um comunicado da NASA. Incrivelmente, grande parte dessa água foi detectada em áreas expostas à luz solar direta. De acordo com o novo artigo da Nature Astronomy, cujo coautor é o cientista planetário Casey Honniball, da Universidade do Havaí em Manoa, essa água pode estar acondicionada em pedaços finos de vidros espalhados pela superfície lunar, ou imprensada entre grãos de poeira que a protegem dos raios do Sol. Em um e-mail, Matthew Siegler, cientista pesquisador do Planetary Science Institute em Dallas, no Texas, disse que é a primeira detecção "completa" de moléculas de água na superfície lunar, ao contrário da característica de 3 mícrons observada anteriormente que poderia ser confundida com compostos de hidróxido. "O hidróxido pode se formar a partir de prótons do vento solar que colidem com qualquer oxigênio que esteja na lua, como os contidos nas rochas", escreveu Siegler, que não estava envolvido na nova pesquisa. "É um pouco mais difícil para a água se formar dessa maneira", disse. Então, provavelmente surgiu por meio de processos diferentes, como antigos vulcões lunares ou por meio de objetos impactantes como asteroides e cometas. Pensando em futuras pesquisas, Siegler gostaria de ver mais dados do SOFIA, ou dados de qualquer instrumento capaz de escanear a 6 mícrons, para mapear a extensão total de água na superfície lunar. De fato, as observações da equipe foram limitadas à gigantesca Cratera Clavius, uma região ensolarada no hemisfério sul da Lua. Observações futuras serão necessárias para determinar se concentrações semelhantes de água estão localizadas em outras regiões onde o Sol bate. No fim das contas, a NASA gostaria de criar um mapa hidrológico, mostrando a abundância relativa de água por toda a Lua. "Essas moléculas de água parecem estar presas dentro de vidros, em vez de livres e saltando na superfície, de modo que podem ser bastante globais e não apenas regiões polares ultracongeladas", explicou Siegler. "As moléculas de água livres precisam estar resfriadas a menos de 163 graus Celsius para durar muito tempo, e essas condições só acontecem nos alçapões frios." Bolsões escondidosO que nos leva ao segundo artigo, também publicado nesta segunda (26), na Nature Astronomy. Esta pesquisa, liderada por Paul Hayne, da UC-B (Universidade de Colorado em Boulder), sugere que bolsões de água escondidos são mais comuns na Lua do que se suspeitava anteriormente. Conhecidos como alçapões frios, esses são pontos especiais na superfície que estão perpetuamente imersos na escuridão, potencialmente permitindo a preservação a longo prazo da água congelada.
"Se você conseguir se imaginar na superfície da Lua perto de um de seus polos, veria sombras por todo o lugar", explicou Hayne em um comunicado à imprensa da UC-B. "Muitas dessas pequenas sombras podem estar cheias de gelo." Tome a cratera Shackleton, por exemplo. Ela é uma depressão medindo 21 km de diâmetro e vários quilômetros de profundidade. Partes da cratera são anguladas de forma que as partes internas estão sempre na sombra, com temperaturas estáveis em torno de -184 graus Celsius. Usando o LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter), da NASA, Hayne e seus colegas estudaram a ampla gama de possíveis alçapões frios; alguns deles não chegam a ser maiores do que uma moeda. Incrivelmente, alguns permaneceram na escuridão completa por bilhões de anos. Alçapões frios de pequena escala perto das regiões polares da Lua são surpreendentemente abundantes, totalizando 40 mil quilômetros quadrados da superfície lunar, de acordo com o estudo. Cerca de 60% deles estão localizados perto das regiões polares meridionais. Pesquisas anteriores sugeriram que eles respondem por 18.100 quilômetros quadrados de terrenos lunares. A nova estimativa aumenta significativamente este número. "Nossos resultados sugerem que a água presa nos polos lunares pode ser mais amplamente distribuída e acessível como um recurso para missões futuras do que se pensava anteriormente", escreveram os pesquisadores no estudo. É importante ressaltar que esses locais são capazes de armazenar água, sendo que aqui a palavra "capaz" é chave; o novo artigo não fornece evidências da existência de água congelada dentro dessas bolsas escuras. Siegler disse que qualquer potencial de água dentro desses alçapões frios veio de fontes como cometas, asteroides, vulcões lunares ou reações químicas causadas pelo vento solar, mas também podem ter se originado da liberação de moléculas encontradas dentro dos vidros (que foram mencionados como uma possibilidade no artigo de Honniball). Esses vidros, produzidos pelo calor dos impactos, "basicamente introduzem um novo reservatório global em potencial", disse Sieger. Água pode ajudar missões futurasA Lua, como esses artigos sugerem, é um lugar melhor para armazenar água do que imaginávamos. Isso tem enormes implicações para as missões, já que os exploradores poderiam potencialmente obter água localmente, uma vez que é muito trabalhoso transportar muitas coisas da Terra. Não está claro o quão fácil seria realmente coletar gelo da superfície lunar, mas a nova pesquisa deve nos dar motivos para otimismo. Esse gelo pode produzir água para beber, mas também pode ser usado para produzir combustível para foguetes, destacou Siegler. "Se a água estiver realmente espalhada, mesmo de maneira muito superficial e presa em vidros, 'minerar' a superfície lunar para obter água poderia ser uma coisa mais viável — não que eu esteja defendendo que mineremos a Lua", explicou ele. "Mas a água é muito útil se você estiver na Lua e quiser um Martini, ou água potável, ou se quiser reabastecer seu foguete de hidrogênio líquido padrão ou foguete de oxigênio líquido." Ele acrescenta: "É muito caro levar água da Terra do nosso poço de gravidade, então ter água na Lua barateia a exploração lunar e viabiliza o reabastecimento no espaço." Para a missão Artemis III, que pode ter um homem e uma mulher pousando na Lua em 2024, esta é uma boa notícia, pois significa que eles têm uma chance decente de cumprir seu objetivo de encontrar água nas regiões polares meridionais. Que comece a caça ao tesouro na Lua! The post NASA anuncia que descobriu água congelada na superfície lunar appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Cientistas dos EUA destroem ninho de vespas assassinas, que representam grande perigo às abelhas Posted: 26 Oct 2020 08:30 AM PDT ![]() Entomologistas em Washington destruíram o primeiro ninho de vespas gigantes asiáticas, ou vespas assassinas, como se tornaram conhecidas em nossos pesadelos coletivos, descoberto nos EUA, relata a Associated Press. Profissionais vestidos da cabeça aos pés em grossos equipamentos de proteção, parecendo que saíram direto de Chernobyl, trabalharam para aspirar as espécies invasoras da cavidade de uma árvore em grandes recipientes no fim de semana. Se parece um exagero, lembre-se de que essas vespas não ganharam um apelido tão terrível à toa: suas picadas foram descritas como "tachinhas em brasa" espetadas em você, e os trajes protegem os trabalhadores de seus ferrões de 6 milímetros. A equipe também veio equipada com protetores faciais. Isso porque esses insetos são conhecidos por cuspir um veneno doloroso nos olhos das pessoas.
Tradução: Uma manhã e tanto filmando as vespas gigantes asiáticas e nossos trabalhadores do Departamento de Agricultura de Washington, matando-as em Blaine. Adoro essas roupas resistentes a picadas que eles usam! #MurderHornets Depois de uma busca de uma semana, o Departamento de Agricultura do Estado de Washington descobriu o ninho do tamanho de uma bola de basquete na sexta-feira (23), depois de equipar três vespas com rastreadores de rádio usando fio dental. O ninho, que continha cerca de 100 a 200 vespas de acordo com os cientistas, foi encontrado na cidade de Blaine, perto da fronteira com o Canadá, onde várias vespas assassinas foram avistadas, relata a AP. Autoridades suspeitam que ninhos adicionais possam estar próximos e continuarão as buscas na área. A árvore em que o ninho foi encontrado também será cortada para retirar quaisquer vespas recém-nascidas e saber se alguma rainha já deixou a colmeia, disseram os cientistas, de acordo com a AP. Uma coletiva de imprensa foi marcada para esta segunda-feira (26), tuitou a agência.
Tradução: Capturando-as. Usamos dispositivo à vácuo para pegar várias vespas gigantes asiáticas em uma cavidade de uma árvore em Blaine nesta manhã. Mais detalhes serão fornecidos em uma conferência de imprensa na segunda-feira. Ninguém da equipe estará disponível para entrevista antes disso. As vespas gigantes asiáticas são as maiores da Terra e suas rainhas podem atingir até 5 cm de comprimento. O apelido de "assassina" vem da devastação que elas causam com suas presas, decapitando abelhas e outros insetos com suas "mandíbulas em forma de barbatana de tubarão" e por dizimar colmeias inteiras em poucas horas. Tecnicamente, elas podem sobreviver apenas com a seiva de árvores, mas parecem preferir mastigar insetos que vivem em colônias. Embora essas vespas não sejam conhecidas por atacar ativamente os humanos, suas picadas possam ser fatais, e acredita-se que até 50 pessoas por ano são mortas por elas no Japão, embora essas estimativas variem. Elas representam uma ameaça muito maior para as abelhas e, por extensão, os agricultores que dependem dessas abelhas para a propagação de suas safras. Em alguns países asiáticos, nativos desenvolveram uma defesa terrível, mas eficaz contra elas: envolve cozinhar essas vespas vivas com o calor coletivo de seus corpos. Infelizmente, as abelhas na América, onde essas vespas começaram a surgir inexplicavelmente em 2019, não têm essa defesa. Cientistas em Washington têm corrido para localizar os ninhos de vespas antes de sua "fase de abate" — quando elas comem presas para se prepararem para o próximo estágio de seu ciclo de vida. Felizmente, a destruição deste ninho marca um grande passo para a erradicação desta espécie invasora antes que isso aconteça. The post Cientistas dos EUA destroem ninho de vespas assassinas, que representam grande perigo às abelhas appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Pegadas fósseis sugerem que uma criança e um mamute estiveram na mesma área no Novo México Posted: 26 Oct 2020 08:06 AM PDT ![]() Alguém – talvez um adolescente, talvez alguém mais velho – atravessou correndo a margem do Lago Otero, escorregando enquanto caminhava, mas avançando com firmeza. As evidências sugerem que essa pessoa estava carregando uma criança de aproximadamente 3 anos, deixando a criança no chão por apenas um momento em pelo menos três lugares diferentes ao longo da jornada antes de continuar. Enquanto essa pessoa estava fora, um enorme proboscidiano – um mamute colombiano ou um mastodonte – se arrastou por aquele caminho, deixando algumas pegadas. Na verdade, potencialmente três proboscidianos se moveram por aquela paisagem, cortando os rastros deixados pelo humano. É difícil determinar uma data, mas em outro momento, uma gigantesca preguiça terrestre também se aproximou do Lago Otero. Seus rastros indicam que ela estava consciente da presença do humano – uma mudança no comportamento – onde ela pode ter se erguido em dois pés para cheirar o ar, verificar sua própria segurança e determinar o que estava à frente, antes de mudar rapidamente de direção e se afastar. A mesma pessoa (ou talvez uma pessoa diferente) caminhou de volta ao lado da trilha inicial em algum ponto mais tarde, mas as pegadas indicam que ela não estava mais carregando algo. Se a mesma pessoa estivesse voltando de onde veio, talvez a criança tenha ficado para trás. Essas cenas são descritas em um artigo notável publicado no início deste mês na Quaternary Science Reviews, e elas interpretam ações realizadas por humanos e outros animais que viveram no que hoje é o Novo México, pelo menos 10.000 anos atrás. Hoje, essa área é o Parque Nacional White Sands. Muitas pessoas o conhecem por causa das dramáticas dunas de areia branca que deram origem ao seu nome, mas os paleontólogos reconhecem o Parque Nacional White Sands pela incrível riqueza de icnofósseis – pegadas fósseis, neste caso – que ele preserva. E embora muitas dessas pegadas possam ser facilmente vistas a olho nu, são as “trilhas fantasmas” únicas de White Sand que tornam o local ainda mais único.
David Bustos, gerente do programa de recursos em White Sands e coautor deste artigo recente, riu quando lembrou de uma vez em que levou cientistas para ver uma área que ele sabia com certeza que continha pegadas fósseis, apenas para encontrá-las completamente invisíveis quando chegaram. As circunstâncias ambientais, explicou ele por telefone ao Gizmodo, têm que estar certas para que apareçam: nem muito secas, nem muito molhadas. Sua grande visibilidade em um dia e a ausência total no outro é o que leva as pessoas a se referir a esses icnofósseis como pegadas fantasmas. Esse ato de desaparecimento e reaparecimento acontece repetidamente em todo o parque. Durante o Pleistoceno, White Sands foi o lar de um enorme lago, agora conhecido como Lago Otero. As evidências sugerem que ele pode não ter existido sempre como um corpo de água, mas sim como muitos lagos menores que, quando inundados, formaram uma entidade muito maior. É ao redor desse paleolago que muitas das pegadas são encontradas. Pegadas de proboscidianos, preguiças gigantes, canídeos, bisões, camelos, felinos e humanos, foram todas descobertas aqui, às vezes em associação umas com as outras. "Temos cerca de 80.000 acres de Lago Otero no Parque", explicou Bustos. "E através desses 80.000 acres, estamos encontrando impressões fósseis em todos os lugares. Acho que é isso que é incrível. E eles vão por longas distâncias. Por serem tão longos, você pode ver interações que não pode ver em outros rastros ao redor do mundo". Essa trilha descrita no novo artigo se estende por 1,5 quilômetro, mas outras trilhas, como a de uma espécie extinta de camelo, se estendem por mais de 3 quilômetros. O comprimento e o número dessas trilhas oferecem percepções incomparáveis da vida antiga. "O mamute simplesmente não se importou e continuou em frente. Mas a preguiça se virou. Isso diz muito sobre o comportamento desses animais".Bustos, o autor principal Matthew Bennett e a coautora Sally Reynolds fizeram parte da equipe que em 2018 descreveu a interação fenomenal entre uma preguiça gigante e vários humanos, na qual pegadas indicavam que a preguiça estava sendo seguida e talvez provocada pelo grupo. Outro artigo em 2019 descreveu a tecnologia usada para pesquisar muitas das trilhas, bem como outra trilha na qual um humano antigo e um proboscidiano, talvez um mamute colombiano, caminharam na mesma área geral, cruzando o caminho um do outro. Bustos trabalha na White Sands há 15 anos. Falando com ele, ficamos com duas impressões muito fortes: Ele é extremamente grato aos cientistas que têm trabalhado no parque e realmente conhece essas pegadas e as histórias que podem contar. "Se você encontrar um conjunto de impressões, normalmente encontrará outros na mesma área", disse Bustos. "E isso inclui de humanos, mamutes, preguiças gigantes e camelos. Esses quatro são muito comuns em 80.000 [acres]. Isso é importante porque eles foram formados nas mesmas condições e período de tempo. Temos impressões humanas e da megafauna feitas de argila, areia e dolomita, dependendo de onde você estiver no leito". Aqueles de nós que não estão perto de White Sands têm uma visão um tanto estreita do que o parque envolve. Cada novo artigo traz consigo surpresas maravilhosas e detalhes fascinantes. Mas Bustos viu parte desse comportamento em outras localidades e sabe muito mais sobre os tipos de icnofósseis contidos no parque.
"O que vemos frequentemente são preguiças terrestres gigantes mudando seus movimentos em resposta aos humanos. Eles vão se levantar. E eles vão se virar. Temos vários em outros lugares do parque. Sempre que houver [pegadas] humanas ao redor de uma preguiça, [a preguiça] começará a girar em círculos ou a fazer coisas engraçadas. Mas quando não há pegadas humanas presentes, as preguiças simplesmente vagam e andam em linha reta. Elas não começam a andar em círculos ou a girar. É realmente interessante. Os mamutes", disse ele, rindo,"eles não parecem se importar de jeito algum". A paleontóloga Melissa Macias notou esse aspecto também ao revisar este último artigo. "O mamute simplesmente não se importou e continuou andando", disse ela por telefone ao Gizmodo. "Mas a preguiça se virou. Isso diz muito sobre o comportamento desses animais". Três espécies de preguiça ancestral são conhecidas daquele período e região geográfica: Megalonyx, Nothrotheriops e Paramylodon. Mas das três, apenas duas – Nothrotheriops e Paramylodon – têm um pé pedolateral, o que significa que elas andavam colocando a maior parte do peso sobre os lados de seus pés. Os autores sugerem que Paramylodon é a criadora de rastros mais provável neste caso particular e, das três, é a maior espécie. Alguns estimam que o Paramylodon tinha cerca de 3 metros de comprimento e podia pesar até ou mais de uma tonelada. O Nothrotheriops, em comparação, era uma preguiça terrestre gigante ligeiramente menor, pesando talvez um quarto de tonelada. Macias sugeriu que os Nothrotheriops menores podem ter tido mais medo dos humanos, evitando-os totalmente, o que poderia explicar a falta de impressões humanas e Nothrotheriops juntas. "Podemos nunca saber", disse ela. Interpretar essas trilhas é a especialidade de Matthew Bennett, da Bournemouth University, que trabalhou nas pegadas durante a maior parte de sua carreira e criou o DigTrace, um software desenvolvido para ajudar a analisar as trilhas. Os cientistas estudaram pegadas fósseis usando radar de penetração no solo, bem como análises 2D e 3D. "Um geólogo tem que usar o que tem", escreveu Bennett em um e-mail para o Gizmodo, "mas fazer inferências e previsões firmes com apenas algumas trilhas é errado. Você precisa de muito mais para caracterizar corretamente uma pessoa". Essa pesquisa é o que os ajudou a entender o quão rápido a pessoa estava andando, quantos anos ela poderia ter, se estava grávida ou não, a idade da criança e o tempo relativo em que essas pegadas humanas foram cruzadas por uma megafauna antiga. É a extensão da trilha que oferece tantos dados valiosos. Ashleigh Wiseman, pesquisadora de pós-doutorado no Royal Veterinary College do Reino Unido, ajudou a contextualizar os dados e analisá-los para este artigo, oferecendo uma visão sobre se o trackmaker estava carregando uma criança. "Ver as pegadas do tamanho de uma criança foi muito emocionante", Wiseman expressou em um e-mail para o Gizmodo, "principalmente sabendo que as pegadas foram cortadas pouco depois por pegadas de mamutes e preguiças gigantes. Ser capaz de ter um vislumbre das interações da megafauna com humanos há mais de 13.000 anos foi extraordinário". "Para Sally e eu, a trilha tem uma dimensão muito pessoal", escreveu Bennett, referindo-se à coautora (e parceira) Reynolds. "Eu estava trabalhando nisso enquanto Sally estava em casa nos primeiros estágios da gravidez de nossa filha; na verdade, vi minha primeira imagem digitalizada enquanto escavava a trilha. Portanto, chamamos a trilha de ‘trilha de Zoe’ por causa disso, e é o nome informal que a equipe agora usa para as trilhas infantis…Os cientistas não deveriam ter conexões pessoais com a ciência, mas esta peça tem". Quando questionado se este artigo mais recente e todos os artigos desde 2018 são apenas a ponta do iceberg, Bustos disse: "Sim. Há tantas histórias que estamos ansiosos para compartilhar e tenho certeza de que muitas mais ainda serão contadas". Esses artigos podem ser considerados o capítulo um do livro que é o antigo White Sands, e todos nós estamos esperando ansiosamente pelo próximo. The post Pegadas fósseis sugerem que uma criança e um mamute estiveram na mesma área no Novo México appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Vacina de Oxford contra COVID-19 gera forte resposta imune em idosos e adultos, diz empresa Posted: 26 Oct 2020 07:42 AM PDT ![]() Atualização às 12h45 (26/10): uma versão anterior do texto falava no título sobre “resposta autoimune” quando na verdade o certo é “resposta imune”. A informação já foi corrigida. Uma das vacinas mais promissoras na cura do novo coronavírus produziu uma resposta imune bastante alta, tanto em jovens quanto em idosos. Estamos falando do medicamento produzido pela parceria entre a Universidade de Oxford e a farmacêutica britânica AstraZeneca, que também estão realizando testes aqui no Brasil. O simples fato de gerar imunidade de forma segura já é um grande fato por si só. Contudo, o que torna o anúncio ainda mais animador é que a vacina não apresentou efeitos reversos ou inseguros em voluntários idosos, que possuem o sistema imunológico mais fraco e vulnerável. É por isso que esse grupo é considerado um dos que apresentam maior risco de sofrer complicações graves por conta da COVID-19. Desde julho, o laboratório britânico vem testando o imunizante em um grupo de adultos saudáveis com idades entre 18 e 55 anos. Em todos, a vacina induziu uma "forte resposta imune". "É encorajador ver que as respostas de imunogenicidade foram similares entre adultos jovens e idosos e que a reatogenicidade foi mais baixa em adultos mais velhos, onde a gravidade da Covid-19 é maior. Os resultados constroem ainda mais o corpo de evidências de segurança e imunogenicidade da AZD1222 (nome técnico da vacina)", disse um porta-voz da AstraZeneca. As informações são da agência Reuters. A vacina desenvolvida pela farmacêutica em parceria com a Universidade de Oxford começou a ser desenvolvida em janeiro deste ano. O vetor viral usado no medicamento é feito a partir de uma versão fraca do vírus da gripe que causa infecções em chimpanzés. Este vírus, por sua vez, é então modificado com a sequência genética da proteína encontrada no Sars-CoV-2 – a mesma que infecta as células humanas. O objetivo dos cientistas é estimular o corpo humano a produzir anticorpos capazes de neutralizar o novo coronavírus e ao mesmo tempo impedir que ele infecte o organismo. Uma outra vacina, a CoronaVac, também tem se mostrado segura para idosos, porém a resposta imunológica é menor nesse grupo. O imunizante é desenvolvido em uma parceria entre o laboratório chinês Sinovac Biotec e o Instituto Butantã, em São Paulo. No entanto, é provável que a vacina de Oxford não seja disponibilizada para a população em massa neste ano. Matt Hancock, secretário de Saúde do Reino Unido, afirmou que não descarta um lançamento ainda em dezembro, mas que a expectativa central do governo tem trabalhado com janela de lançamento a partir de 2021. Hancock anda disse que o governo está preparando uma logística para disponibilizar o imunizante na primeira metade de 2021. Ou seja, é bem possível que uma vacinação em massa só aconteça em 2022. Vale lembrar que, no início de setembro, os testes com a vacina de Oxford foram interrompidos após um voluntário apresentar efeitos colaterais graves que poderiam estar relacionados ao medicamento. Foi a segunda vez que a testagem havia sido interrompida. Mais recentemente, um jovem de 28 anos que morava no Brasil e participava dos testes acabou morrendo de complicações relacionadas ao coronavírus. Isso, contudo, não interrompeu os experimentos. Fontes disseram ao jornal O Globo e à Bloomberg News que o jovem estava no grupo que tomou o efeito placebo, o que significa que ele não recebeu a vacina experimental. No entanto, essa informação não foi confirmada pelos órgãos de saúde. [Reuters] The post Vacina de Oxford contra COVID-19 gera forte resposta imune em idosos e adultos, diz empresa appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Facebook deve ser a próxima empresa processada por práticas anticompetitivas nos EUA Posted: 26 Oct 2020 05:22 AM PDT ![]() Investigadores estaduais e federais dos EUA estão planejando atingir o Facebook com acusações antitruste já em novembro, disseram quatro pessoas familiarizadas com o assunto ao Washington Post. Esse processo marcaria a última reprimenda do governo aos maiores nomes da indústria de tecnologia, incluindo Apple, Google e Amazon, por deterem monopólios em seus respectivos mercados. Na quinta-feira passada, a FTC (Comissão Federal de Comércio dos EUA) fez uma reunião privada para discutir a investigação e planeja apresentar acusações nas próximas semanas, disseram as fontes, que falaram sob condição de anonimato. No entanto, eles alertaram que, como o trabalho está em andamento, esse cronograma ainda não está definido e pode estar sujeito a alterações. Outra investigação conduzida pela procuradora-geral de Nova York, Letitia James, à qual 46 outros procuradores-gerais do estado se juntaram no ano passado, também examinou o Facebook sobre as acusações antitruste, particularmente a estratégia da empresa de comprar concorrentes em potencial apenas para destruir seus negócios. Fontes dizem que as autoridades estaduais estão "nos estágios finais de separação de sua reclamação", de acordo com o Post. Uma quinta pessoa familiarizada com o assunto disse ao jornal que os investigadores esperam ter "uma lista inicial de participantes" até sexta-feira. As autoridades parecem estar usando as grandes armas neste mês, já que esse processo seria a segunda grande ação antitruste contra gigantes da tecnologia em outubro. Na terça-feira passada, o Departamento da Justiça e 11 estados entraram com uma queixa antitruste contra o Google, argumentando que ele prejudica outros mecanismos de busca ao incluir seu próprio aplicativo de busca permanente pré-carregado em todos os telefones Android, entre outras supostas táticas anticompetitivas. Autoridades federais começaram a investigar o Facebook por supostas práticas anticompetitivas depois que a empresa resolveu uma investigação da FTC (Comissão Federal de Comércio) por US$ 5 bilhões sobre violações de privacidade de usuários no infame escândalo Cambridge Analytica. Essa multa, embora tenha sido um recorde na época, foi veementemente denunciada por críticos que disseram que ela ficou aquém da punição que o Facebook merecia por manipular incorretamente os dados pessoais de milhões de usuários. Posteriormente, a FTC lançou uma investigação sobre a compra de seus rivais pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, e se essas aquisições violavam as leis antitruste. Outros reguladores estaduais e federais logo seguiram o exemplo. Em um comunicado anunciando a investigação em outubro de 2019, a procuradora James, de Nova York, disse que as autoridades estaduais ficaram "preocupadas que o Facebook possa ter colocado os dados dos consumidores em risco, reduzido a qualidade das escolhas dos consumidores e aumentado o preço da publicidade". O Facebook negou veementemente essas acusações e apontou que os reguladores federais tiveram todas as chances de intervir e impedir a empresa de adquirir o Instagram e o WhatsApp. No entanto, uma investigação realizada por um subcomitê antitruste do Judiciário da Câmara, encerrada no início deste mês, descobriu que o Facebook e várias outras gigantes da tecnologia têm evitado repetidamente o escrutínio da FTC. A saber, o Facebook adquiriu quase 100 empresas menores ao longo dos anos, apenas uma das quais, a compra do Instagram em 2012, foi examinada de perto pelos reguladores. Não relacionada a essas acusações antitruste, o Facebook também está enfrentando um maior escrutínio do governo dos EUA sobre suas práticas de moderação, na esteira de crescimento de fake news sobre pandemia e as eleições presidenciais de 2020 em sua plataforma. O Comitê Judiciário do Senado emitiu intimações na última semana para o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, juntamente com Jack Dorsey, CEO do Twitter, para testemunhar sobre as políticas de moderação das plataformas, bem como seu alegado preconceito anticonservador e censura. The post Facebook deve ser a próxima empresa processada por práticas anticompetitivas nos EUA appeared first on Gizmodo Brasil. |
| Posted: 26 Oct 2020 04:13 AM PDT ![]() Você finalmente está pronto para alugar a aquele chalé incrível que você viu no Airbnb e é hora de criar uma conta para o serviço. Quando você está se inscrevendo para algo novo, é tentador simplesmente entrar usando as contas que você já possui: Faça login com Apple, Google ou Facebook (e em outros casos Twitter), e você estará pronto para usar mais rápido esse serviço! No entanto, antes de vincular sua conta do Airbnb ou qualquer outro tipo de conta às grandes contas de logon único do Facebook, Google, Apple e Twitter, pare um momento. Existem boas razões para não criar o hábito de fazer isso – veja como esses sistemas funcionam e o que saber antes de usá-los. Primeiro, os prós de entrar com uma conta que você já possui: É extremamente conveniente. Se você já estiver conectado a essa conta em seu navegador de desktop ou em seu telefone, então você estará pronto para o seu novo aplicativo ou serviço. Normalmente é muito mais rápido do que preencher todos os seus dados novamente, escolher outro nome de usuário, escolher uma nova senha e assim por diante. Contas criadas assim também são relativamente simples de gerenciar: você pode ver todos os aplicativos que está usando o Facebook para fazer login aqui, por exemplo, e todos os aplicativos que está usando o Google para fazer login aqui. Também é fácil bloquear o acesso a aplicativos a partir dessas mesmas telas – alguns cliques ou toques e eles ficam bloqueados de sua conta principal novamente. Você também pode obter alguns benefícios extras de privacidade, como o serviço de endereço de e-mail falso que logar com a Apple oferece: a Apple irá gerar automaticamente um endereço de e-mail aleatório para se inscrever, para que você não tenha que fornecer o seu principal (e se o spam se tornar um problema, você pode simplesmente excluir o endereço de e-mail por inteiro).
Até agora tudo bem, mas essa conveniência extra vem com uma série de compromissos (como a conveniência extra geralmente traz). Como a Apple e a Epic demonstraram, pode ocorrer problemas entre a empresa que fornece o aplicativo e a empresa que fornece a identidade para fazer o login, embora com pouca frequência. Esses problemas podem ser jurídicos, políticos ou técnicos e podem significar que você precisa criar uma conta totalmente nova. Quaisquer que sejam os benefícios para o usuário, as grandes empresas de tecnologia desejam que você use suas opções de login, porque isso o mantém mais preso às suas plataformas – se você quiser excluir sua conta do Facebook, Google, Twitter ou Apple, isso vai causar um problema com todas as contas menores que você conectou. Também há considerações de segurança e privacidade a considerar. Se alguém entrar na sua conta do Facebook, por exemplo, também poderá acessar tudo o que você conectou ao Facebook, desde o seu aplicativo de corrida até o seu reprodutor de música favorito, porque todos usam o mesmo login. Do ponto de vista da segurança digital, esse tipo de interconectividade não é recomendado. Com isso em mente, você deve sempre verificar o que um aplicativo ou site pode fazer com a conta à qual está se conectando, pois alguns precisarão de mais permissões e privilégios do que outros. As páginas do Facebook e do Google, além das equivalentes para Twitter e Apple, permitem que você veja quais partes dos aplicativos da sua conta têm acesso e o que eles podem alterar. A maioria dos aplicativos e serviços será honesta, e você não está exatamente dando as chaves de suas contas (mais como um passe temporário de convidado), até porque é útil para eles ser honesto.
Vale a pena enfatizar que esses sites e aplicativos de terceiros não recebem as senhas de suas contas da Apple, Google, Twitter ou Facebook, mas recebem uma espécie de passe de segurança, assim como um nível limitado de acesso a essas contas – novamente, certifique-se de verificar o nível de acesso ao fazer a conexão e de se sentir confortável com isso. O Google é um caso especial aqui, já que aplicativos de terceiros podem acessar seus calendários, seus e-mails, suas fotos e seus arquivos do Google Drive, se solicitados. Um aplicativo com acesso total à conta pode fazer quase tudo que quiser em sua conta do Google, além de alterar a senha, excluir a conta ou usar o Google Pay, portanto, obviamente, você só deve conceder esse acesso aos seus aplicativos mais confiáveis (se houver algum). O Google e os outros grandes gigantes da tecnologia têm procedimentos para vigiar e bloquear comportamentos suspeitos de aplicativos e sites conectados, mas essas proteções não são impenetráveis - cada vez que você conecta algo novo, está aumentando a sua exposição um pouco mais. Depois, há a perspectiva da coleta de dados: Certamente no que diz respeito ao Google e ao Facebook, ser capaz de coletar mais informações sobre quem você é, quais aplicativos você usa e o que você faz em seus vários dispositivos (ou na vida real) não vai causar nenhum dano às campanhas de publicidade direcionadas que essas empresas estão vendendo que visam você.
Este é um assunto sobre o qual a Apple segue uma linha restrita – um ponto para a função logar com a Apple então – e o Twitter normalmente terá menos dados sobre você para começo de conversa, mas seja qual for o serviço com o qual você se inscreve, anunciantes e profissionais de marketing adoram conectar pontos, tanto quanto possível, quando se trata de construir um perfil sobre você. Estas são considerações importantes para se pensar ao decidir como entrar em algum lugar novo: Não se esqueça de que os aplicativos e serviços conectados geralmente permanecerão conectados às suas contas principais por anos depois que você se esquecer deles. Se você estiver usando essas opções de "entrar com…", é fundamental que você reveja regularmente as conexões que estão em funcionando. Talvez a principal desvantagem de manter tudo isolado e separado é que você tem dezenas ou mesmo centenas de nomes de usuário e senhas para controlar – recomendamos um gerenciador de senhas sólido para lidar com esse problema específico. Apesar da manutenção extra para você, pode ser mais seguro… mas somente se você for cuidadoso com todas as suas várias credenciais de login. Para a maioria de nós, algum tipo de equilíbrio entre usar esses principais protocolos de login o tempo todo e nenhuma vez é provavelmente o caminho certo a seguir – mas você deve pesar sua escolha com muito cuidado sempre que chegar a uma nova tela de login e certifique-se de ficar de olho nas permissões dos aplicativos (e desconecte os aplicativos quando parar de usá-los). The post A desvantagem de convenientemente se conectar com o Google, Facebook, Twitter ou Apple em sites e apps appeared first on Gizmodo Brasil. |
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Exemplos de armadilhas frias da Lua. Crédito: . O. Hayne et al., 2020/NASA









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